Mau tempo mata três pessoas e destrói 17 casas no centro de Moçambique
Algumas que desabaram e outras que ficaram sem teto.
Algumas que desabaram e outras que ficaram sem teto.
Desde 21 de outubro, quando começou a contestação ao processo em torno das eleições gerais de 9 de outubro, o registo da plataforma eleitoral Decide contabiliza 586 pessoas baleadas, além de 277 mortos e 11 desaparecidos.
Venâncio Modlane convovou os protestos para contestar os resultados eleitorais que o deram como derrotado. Apelou à paralisão da economia do país, até sexta-feira.
"Vamos falar de tantos problemas e tantas questões importantes", referiu Marcelo Rebelo de Sousa, a propósito da agenda que o espera.
Em Moçambique, há “luzes de alerta acesas, no vermelho mesmo”, face à erosão da moral pública e à subversão do direito, avisa o romancista e historiador moçambicano.
132 pessoas foram infetadas após a toma da primeira dose e sete após a segunda dose, sendo que o último boletim de vacinação da Direção Regional de Saúde.
"Este apoio visa contribuir para um futuro de paz e reconciliação em Moçambique sem o ressurgimento das hostilidades militares entre o Governo e a Renamo." A Suécia é o 10.º contribuinte ao fundo comum, depois da Suíça, União Europeia, Irlanda, Canadá, Noruega, Reino Unido, Holanda, Alemanha, Finlândia e Botswana.
Além das mortes, os impactos preliminares incluem destruição de habitações em Gondola e de infraestruturas sociais como a escola secundária de Bengo
Cabo Delgado, província moçambicana onde avança o maior investimento privado de África para exploração de gás natural, está sob ataque desde outubro de 2017 por insurgentes, classificados desde o início do ano como uma ameaça terrorista.
"Foi tudo muito rápido. Chegaram mesmo na altura em que o meu patrão estava a sair da loja" e deixaram o local a alta velocidade, explicou segurança.
O número de mortos em Moçambique subiu de 12 para 29 devido ao mau tempo que se regista na época chuvosa em quase todo o país.
O presidente moçambicano exonerou Carlos Agostinho do Rosário, cinco ministros, dois governadores provinciais e uma conselheira presidencial.
Em causa está a violência armada em Cabo Delgado, Sofala e Manica, onde grupos armados têm protagonizado ataques armados contra viaturas civis, autoridades e aldeias.
Líder do grupo dissidente da Resistência Nacional Moçambicana acusou as forças governamentais de estarem a raptar e matar guerrilheiros seus.
Os dados provisórios estão disponíveis online e dão 75% dos votos a Filipe Nyusi, candidato presidencial da Frelimo.
A febre aftosa registou um rápido alastramento em Moçambique devido a dificuldades na inspeção e controlo do movimento interno do gado e carnes.