Mau tempo. Circulação ferroviária suspensa em troços das linhas do Norte, Douro, Oeste, Beira Baixa e Cascais
As equipas da Infraestruturas de Portugal (IP) estão no terreno para tentar repor a circulação, assim que possível.
As equipas da Infraestruturas de Portugal (IP) estão no terreno para tentar repor a circulação, assim que possível.
Pelas 15h00, o ponto de situação feita pela empresa indicava que, na Linha de Minho, a circulação continuava suspensa entre as estações de Barcelos e Tamel.
Entre as ocorrências, registaram-se 358 quedas de árvores, 149 quedas de estruturas, 134 inundações, 69 movimentos de massas e deslizamentos de taludes e 54 limpezas de via.
Passagem da depressão Kristin por Portugal continental, na quarta-feira, deixou um rasto de destruição.
Em causa estão falhas na rede elétrica e queda de árvores.
De acordo com a CP, estão igualmente suspensos os comboios Urbanos de Coimbra, entre Coimbra B e Alfarelos, o Serviço Regional entre Coimbra B e o Entroncamento e a Linha do Norte, entre Porto e Lisboa, para os comboios de longo curso.
A IP estimou "durante 2026 iniciar a operação em tração elétrica no troço Meleças-Malveira, alimentado temporariamente a partir da subestação de tração da Amadora".
Circulação de comboios esteve cortada durante a manhã, mas foi restabelecida "sem restrições" pelas 12h43.
Aluimento de terras está na origem do descarrilamento. Composição transportava 16 pessoas, mas há apenas um ferido ligeiro.
Cerca das 8h30, a circulação foi retomada nas linhas do Vouga e Douro, mantendo-se suspensa na Linha de Cascais, na Linha da Beira Alta, entre Guarda e Celorico da Beira, e na Linha do Sul, entre Pinheiro e Vale do Guizo.
A vítima mortal é o condutor da moto. Na operação, estiveram envolvidos 11 operacionais e cinco veículos.
A greve dos trabalhadores da Infraestruturas de Portugal causou a supressão de 30 comboios por todo o país, de um total de 880.
A IP frisa que os trabalhos de reparação "tiveram início assim que o nível das águas o permitiu e que foram reunidas as condições mínimas de segurança para o seu desenvolvimento".
Medidas vão estar em vigor até 7 de setembro.
As supressões que se verificaram no verão de 2018 podem muito bem repetir-se este ano. Governo diz que tem em marcha plano para diminuir efeitos da falta de investimento.