Suspeito de ataque a marcha LGBT em Berlim foi morto em operação policial
Homem de 21 anos suspeito de avançar sobre uma multidão num evento LGBT foi abatido pelas autoridades alemãs.
Homem de 21 anos suspeito de avançar sobre uma multidão num evento LGBT foi abatido pelas autoridades alemãs.
O suspeito, um “cidadão alemão de origem libanesa”, está ainda em fuga e as autoridades pedem à população para evitarem “contacto direto” com o suspeito.
O detido alegadamente acompanhava o principal suspeito daquele atropelamento, já identificado, mas que continua a monte.
Milhares de pessoas encheram as ruas do centro de Madrid para a marcha anual do Orgulho, uma das maiores celebrações LGBTI+ da Europa, num ambiente de festa e de reivindicação dos direitos e igualdade.
Questionada sobre a hipótese de os seus livros terem assustados leitores masculinos e críticos, a escritora admitiu que sim, mas afirmou que atualmente, por ser mais velha, estão menos assustados.
Sob o lema "Por Gisberta, Por um Abril que ainda não aconteceu!", a marcha pretendia ser um "grito de alerta" para que não aconteçam "novas Gisbertas".
Ao som dos tambores, os manifestantes começaram a descida da Avenida da Liberdade enquanto agitavam bandeiras não só com as cores do arco-íris, mas também várias outras combinações que representam as comunidades.
Entre 27 de maio e 14 de junho, o Parque Eduardo VII acolhe a 96.ª edição da Feira do Livro que este ano se apresenta com novos argumentos.
Criada em 1978 como símbolo de visibilidade e libertação, a bandeira arco-íris tornou-se um dos emblemas mais reconhecidos do mundo. Em Lisboa, quase 50 anos depois, volta a estar no centro de uma disputa.
Num debate dividido, alguns especialistas alertam para a falta de base científica das práticas de conversão da orientação sexual, enquanto outros profissionais defendem a revogação da lei e alegam limitações à liberdade clínica.
Em causa revogação da lei que permite a mudança de género. A coordenadora da concelhia da Póvoa de Varzim, Sónia Vieira de Carvalho, fez-nos chegar, entretanto, um esclarecimento.
Em causa estão as alterações à lei do direito à autodeterminação da identidade de género e expressão de género.
Jorge Pinto apelou ao voto em si "por convicção", mas ressalvou que percebe, porque sente o mesmo, o medo dos eleitores de uma "segunda volta com um antirrepublicano e um falso liberal autoritário".
Associação de juristas lança directrizes para as famílias que suspeitam de doutrinação ideológica junto dos filhos.
Sob o lema "Proudly Yourselves", o Europride 2025 apelava para a celebração da autenticidade, da união e do amor.
Portugal é apresentado no site da iniciativa como uma nação acolhedora e inclusiva, ao ser considerado um dos países que mais respeita as pessoas LGBTI+.