Substituição dos caças F-16 decidida este ano na nova Lei de Programação Militar
A proposta de lei não especifica as empresas nas quais os equipamentos são produzidos.
A proposta de lei não especifica as empresas nas quais os equipamentos são produzidos.
"O Presidente [da República] pede aquilo que, aliás, está já devidamente programado e contratualizado. Está não só programado na Lei de Programação Militar, mas também contratualizado com a própria NATO relativamente aos nossos compromissos" com a Aliança Atlântica, declarou o líder do executivo.
Lei de Programação Militar prevê despesa de 335 milhões para reequipamento das Forças Armadas até 2030.
João Gomes Cravinho não vai transferir verbas de 2020 para o combate à pandemia provocada pelo novo coronavírus, como propôs o BE, admitindo apenas ajustamentos menores.
A capacidade de ciberdefesa é reforçada em cinco milhões de euros, passando para um valor global de 45,4 milhões.
Rovisco Duarte afirma que demissão nada teve a ver com o caso Tancos.
João Gomes Cravinho considera que o orçamento da nova Lei de Programação Militar é suficiente e que não tem a pretensão de apresentar uma "lei perfeita".
Deputados mostraram-se disponíveis para melhorar nova Lei de Programação Militar e, por isso, a proposta deve seguir para debate na especialidade. O Governo quer encontrar consensos, mas recusa "manta de retalhos".
Proposta do Governo de Lei de Programação Militar prevê reequipamento das Forças Armadas até 2030 no valor de 4,74 mil milhões de euros.
O valor previsto para o projeto de aquisição de cinco aviões de transporte estratégico e de um simulador na proposta de Lei de Programação Militar (LPM) é de 827 milhões de euros no espaço de 12 anos.
O fardamento é financiado através do orçamento do Exercito Português e o armamento ligeiro é garantido através da Lei de Programação Militar.
Auditoria do Tribunal de Contas à Lei de Programação Militar de 2015 revelou que as Forças Armadas não têm controlo do investimento. O Ministério da Defesa gastou mais 166,7 milhões de euros do que o previsto.
Com o Governo a atribuir a gestão dos meios aéreos de combate a incêndios à Força Aérea, este ramo vai precisar de adquirir mais do que os cinco helicópteros que estava previsto comprar, escreve o Diário de Notícias.
"Por enquanto", não está prevista qualquer verba na Lei de Programação Militar do próximo ano para este projeto, confirmou fonte do Ministério da Defesa.
O Executivo, na decisão do Conselho de Ministros que dá luz verde à negociação para compra das novas aeronaves, pondera ainda suspender a modernização dos C-130 até à chegada dos KC-390.
O sistema de videoviligância de Tancos está avariado desde 2015. Desde então, o Exército gastou mais de 400 mil euros em equipamento de vigilância noutras unidades, escreve o Público. A reparação das câmaras de Tancos foi remetida para 2018.