Supremo espanhol abre porta para o regresso de Carles Puigdemont a Espanha
A decisão permite ao antigo presidente catalão regressar a Espanha sem ser detido por este mandado, mas ainda não equivale à aplicação da amnistia.
A decisão permite ao antigo presidente catalão regressar a Espanha sem ser detido por este mandado, mas ainda não equivale à aplicação da amnistia.
O PP já venceu as eleições anteriores, em julho de 2023, e tentou chegar ao Governo numa aliança com o Vox, mas os dois partidos ficaram a seis deputados de uma maioria absoluta e o socialista Pedro Sánchez acabou reinvestido primeiro-ministro.
As medidas serão submetidas agora à votação de uma comissão permanente e já não ao plenário que as 'chumbou' na semana passada.
Primeiro-ministro espanhol vai debater com o partido sobre possíveis eleições antecipadas.
Chumbo abre portas a eleições antecipadas.
PP, Vox e Juntos pela Catalunha anunciaram esta sexta-feira que iriam votar contra os dois decretos aprovados pelo conselho de ministros do governo socialista.
Após a aprovação das iniciativas, segue-se o processo de constituição das comissões, com a imprensa espanhola a recuperar casos semelhantes anteriores em que, nessa fase posterior, acabou por formar-se apenas uma comissão, por algum tipo de entendimento entre os partidos.
O governo espanhol posicionou-se mais uma vez contra a guerra em Gaza ao aprovar um projeto de lei que proíbe a compra e venda de armas e outro material militar a Israel.
Dois elementos dos Mossos d'Esquadra foram detidos na quinta-feira por suspeita de terem ajudado o líder separatista a abandonar o centro de Barcelona sem ser detido.
O antigo presidente do governo regional, que protagonizou a declaração unilateral de independência da Catalunha de 2017, garantiu que regressará esta quinta-feira a Espanha, após mais de seis anos a viver no estrangeiro para fugir à justiça do país.
Socialistas venceram, segundo dados oficiais.
Juiz que conduz a investigação prolongou o prazo por seis meses e acredita ter já provado uma série de reuniões e diligências dos russos para fornecer dinheiro e soldados aos independentistas catalães.
O acordo com os catalães é o maior tabu da política espanhola atualmente. O rei indicou Pedro Sánchez como novo candidato ao cargo de primeiro-ministro.
Partido do ex-presidente do governo regional Carles Puigdemont não o fará "a troco de nada".
PSOE liderava nove executivos regionais das 12 regiões autónomas que tiveram eleições no domingo. Mas perdeu mais de metade.
Proposta que também inclui a legalização do suicídio assistido foi aprovada por uma maioria de representantes e segue agora para o Senado, onde não deverá sofrer alterações. Espanha será o quarto país da União Europeia a legalizar eutanásia e suicídio assistido.