Segurança Social: não quando, mas o quê
O país não pode ficar satisfeito com debater se este é o momento para reformar o nosso sistema de pensões. Devemos mesmo debater quais os seus verdadeiros desafios e que soluções podem estar à altura.
O país não pode ficar satisfeito com debater se este é o momento para reformar o nosso sistema de pensões. Devemos mesmo debater quais os seus verdadeiros desafios e que soluções podem estar à altura.
O economista é conhecido por ter relações estreitas com o poder político quando o governo é de direita, participando na análise de políticas públicas. À esquerda não reúne muitos admiradores.
Um novo relatório sobre a Segurança Social sugere que os portugueses devem depender menos da pensão pública e ter mecanismos de preparação para a reforma, desde uma idade bastante jovem.
Entre as 20h00 e as 24h00, o canal alcançou uma média 2,2% de share.
Conclusão consta do relatório "Reformar as Pensões em Portugal - Por um Sistema Sustentável, Adequado e Justo - um Contrato entre Gerações", apresentado na terça-feira pelo grupo de trabalho criado pelo Governo para "propor medidas tendentes à reforma da Segurança Social".
Fabian Figueiredo contestou números do relatório apresentado esta terça-feira pelo grupo de trabalho criado para estudar a reforma da Segurança Social e contrapôs que "a Segurança Social portuguesa nunca esteve tão sólida".
Os comunistas consideram que este relatório "deixa clara a estratégia do Governo" de "retirar direitos, desresponsabilizar o Estado e abrir caminho à privatização da Segurança Social".
Este sistema seria construído em três fases: a fase da inscrição, a fase da acumulação de poupança e a fase de desacumulação.
A ministra afirmou que "não vai ser feita nenhuma alteração estratégica" que não esteja prevista "no programa do Governo", lembrando, contudo, que estudar o problema está no programa do executivo.
O líder do PS comentou a intenção do Governo de preparar um travão às reformas antecipadas. "A direita volta ao guião de sempre" que é o de "criar uma falsa perceção para fragilizar publicamente a Segurança Social e abrir espaço à privatização", defendeu.
Reformas após 10 anos no cargo, iguais ao último salário. Subvenções vitalícias pagas sem limite de acumulação. Entre os pensionistas atuais há muitos milhares que beneficiam de regimes, passados e presentes, que geram pensões de privilégio – e de contraste, sobretudo face aos atuais contribuintes.
Candidatos excluídos e depois valorizados, outros com duas comissões de serviço voltaram a candidatar-se a procurador coordenador de comarca. Voto da Procuradora-geral, Lucília Gago, impediu audiência prévia dos candidatos.
A única forma de compensar a queda das pensões é através da poupança. Fixar objectivos e manter a disciplina são algumas das regras que podem ajudá-lo a ter uma reforma descansada