Índia anuncia "progressos significativos" para acordo comercial com os EUA
Os dirigentes dos dois países reuniram-se na quarta-feira, à margem da cimeira do G7 pela primeira vez desde fevereiro de 2025, quando se encontraram em Washington.
Os dirigentes dos dois países reuniram-se na quarta-feira, à margem da cimeira do G7 pela primeira vez desde fevereiro de 2025, quando se encontraram em Washington.
A Casa Branca tinha inicialmente anunciado a viagem do Presidente dos EUA à China para o final de março ou início de abril.
Em julho de 2025, os Estados Unidos e a UE chegaram a um acordo que estabelece uma tarifa de 15% sobre a maioria das exportações europeias para os Estados Unidos e a eliminação de muitas tarifas norte-americanas sobre produtos industriais europeus.
A lista inclui algumas das maiores economias mundiais, tais como a China, Hong Kong, Índia, Japão, Israel, Canadá, Austrália, Rússia, Coreia do Sul, Reino Unido e México.
As investigações são lançadas ao abrigo da Lei do Comércio de 1974, o que poderá levar a novas tarifas de importação.
A extensão do acordo foi incluída numa lei promulgada pelo Presidente norte-americano, Donald Trump.
Scott Bessent diz que é a melhor decisão possível.
O aumento de preço aplica-se aos novos medicamentos considerados "inovadores" e às compras feitas pelo serviço público de saúde do Reino Unido.
Por sua vez, Trump anunciou que reduzirá de 20% para 10% as tarifas que impôs este ano a Pequim em resposta ao seu papel no tráfico de fentanil.
Trump afirmou que Washington e Pequim "vão trabalhar juntos" para pôr fim à guerra na Ucrânia. O líder norte-americano revelou ainda que não abordou a questão de Taiwan durante a conversa com Xi.
Trump chegou a deixar em dúvida a realização deste encontro, num contexto de tensões comerciais entre os EUA e a China.
Trump adiantou que vai falar ao telefone com o Presidente chinês, Xi Jinping, sobre o acordo na sexta-feira.
A reunião decorrerá após uma conversa telefónica entre Trump e o homólogo chinês, Xi Jinping.
As declarações de Trump surgem numa altura em que a imprensa norte-americana avança com a possibilidade de os dois líderes abordarem, por telefone, um acordo final que atenue as tensões comerciais.
Em causa está o impasse nas negociações. O presidente norte-americano ameaçou ainda a Apple com taxas de 25% se iPhones não forem feitos nos EUA.
Num sinal da importância do que está em jogo, os dois países enviaram "pesos pesados" para o encontro na Suíça: o secretário do Tesouro dos EUA, Scott Bessent, o representante do Comércio dos EUA, Jamieson Greer, e o vice-primeiro-ministro chinês, He Lifeng.