
Financiador do Chega está entre os suspeitos do cartel dos helicópteros
João Maria Bravo e a empresa Helibravo foram dois alvos das buscas da Polícia Judiciária na operação "Torre de Controlo".
João Maria Bravo e a empresa Helibravo foram dois alvos das buscas da Polícia Judiciária na operação "Torre de Controlo".
Polícia Judiciária está a realizar buscas em várias zonas do País numa investigação sobre suspeitas de corrupção na contratação de meios aéreos. Empresas e gestores são outros alvos.
Aquando do acidente ocorrido na sexta-feira, seguiam a bordo do aparelho seis ocupantes, piloto, único sobrevivente, e cinco militares da GNR/UEPS, que regressavam de um incêndio, no concelho de Baião.
Informação foi avançada num comunicado.
Na água estão esta segunda-feira duas embarcações e 11 operacionais da Polícia Marítima, entre os quais sete mergulhadores.
Investem milhões na compra de hotéis e apartamentos de luxo. À mesa das negociações são rígidos, mas descontraem quando jogam golfe. A SÁBADO revela quem são e onde operam.
Agência Nacional de Aviação Civil autorizou que três dos helicópteros pesados Kamov possam voltar a operar no combate aos incêndios. Mas há mais três à espera de um "sim".
O vencedor do concurso, a HeliBravo, foi alvo de graves acusações pelos outros concorrentes. Aeronaves custarão 52,9 milhões de euros.
A FAASA é suspeita em Espanha e Portugal de viciar concursos através de ligações a decisores públicos. Já a Elitellina é investigada em Itália.
Depois de dois concursos falhados, o Governo não tem ainda nem metade dos meios aéreos de combates aos fogos garantidos.
Domingos Névoa diz cumprir contrato para explorar helicópteros.
A principal causa de morte em Portugal continua a ser a doença cardiovascular que tem na hipertensão arterial um factor de alto risco. Por isso, o Governo quer hábitos de vida mais saudáveis e respostas mais eficazes.
A Heliportugal, maior operador aéreo nacional de helicópteros, ganhou um concurso da petrolífera brasileira Petrobrás, no valor de 39 milhões de euros. A participada local da empresa do grupo TMG vai fazer 60 horas mensais de voo nos próximos cinco anos.
A empresa vencedora do concurso para fornecimento de helicópteros ligeiros de combate a fogos florestais vai apresentar uma queixa-crime contra o consórcio perdedor, alegando irregularidades e falsificações.
O consórcio que perdeu o concurso público para o fornecimento de 25 helicópteros ligeiros de combate a incêndios florestais, no valor de 40 milhões de euros, entregou uma queixa-crime na Procuradoria-Geral da República (PGR) por suspeitas de prática de falsificação de documentos informáticos.