Ministério Público do Irão acusa organizadores de maratona de mulheres sem véu
Imagens tornaram-se até virais na Internet.
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Houthis do Iémen apoiam o Irão e já se apoderaram da ilha de Perim. É por este estreito que a Arábia Saudita tem vindo a 'escoar' o seu petróleo desde a tomada de Ormuz pelo Irão.
O Exército dos Estados Unidos atacou hoje três petroleiros iranianos, depois de a Guarda Revolucionária Islâmica ter lançado mísseis balísticos contra dois navios de guerra da Marinha norte-americana que patrulhavam a região.
Os Estados Unidos tinham atacado a ilha iraniana de Larak no domingo.
EUA afirmam que Irão se preparava para atacar.
"As rotas marítimas internacionais e reconhecidas no estreito estão livres de minas marítimas iranianas graças ao trabalho incrível das Forças Armadas", disse o comandante do Centcom, almirante Brad Cooper.
Trata-se do primeiro incidente desde 18 de agosto, quando a UKMTO referiu um ataque a um navio graneleiro, também atingido por um projétil desconhecido enquanto transitava por Ormuz.
O porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros iraniano acusa os Estados Unidos de "flagrantes violações" do memorando de entendimento.
A Ucrânia resiste e colocou novos problemas à Rússia. Mas isso está a levar a uma contradição: Putin, cheirando a vulnerabilidade de Kiev pela falta de intercetores, tenta disfarçar os seus próprios erros escalando nos crimes contra a população ucraniana. No Médio Oriente, a trilateral Arábia Saudita-Turquia-Paquistão gera uma nova equação de segurança regional: sem os EUA e com sinais claros a Teerão, Telavive e, atenção, também a Nova Deli.
As forças armadas dos EUA informaram, esta quinta-feira, ter concluído "uma intensa onda de ataques contra o Irão", realizados em resposta a um ataque anterior com mísseis iranianos contra uma base americana na Jordânia. Segundo os EUA, terão sido atingidos dezenas de alvos pertencentes à Guarda Revolucionária iraniana.
As autoridades iranianas não emitiram qualquer comunicado oficial sobre o suposto incidente, nem informaram sobre vítimas, danos ou a identidade do navio.
Os Estados Unidos decidiram responder com bombardeamentos às novas intimidações iranianas a cargueiros no estreito de Ormuz.
E é esta mesma Europa, tão fecunda nas suas lamúrias, que deplora o afastamento anunciado dos Estados Unidos em matérias de defesa! Quando leio notícias destas, não é o afastamento dos americanos que me espanta; é o facto de, apesar de tudo, eles ainda por cá andarem.
A organização iraniana não identificou os navios nem informou sobre possíveis vítimas ou danos.
O Comando Central dos EUA anunciou ter realizado uma nova vaga de ataques a várias áreas no Irão antes de restabelecer o bloqueio durante a madrugada.
Presidente norte-americano desistiu desta decisão depois de ter recebido chamadas dos países do Golfo. Ainda assim, diz que esta medida será substituída por acordos comerciais.