Planeta em guerra: os 29 conflitos que não deixam o mundo em paz
Um mapa online reúne os maiores conflitos ativos em cinco continentes. Nem todos são guerras entre países, mas juntos ajudam a explicar a instabilidade global.
Um mapa online reúne os maiores conflitos ativos em cinco continentes. Nem todos são guerras entre países, mas juntos ajudam a explicar a instabilidade global.
Foi herói numa guerra a que quis por fim. Escreveu um livro que antecipou a queda do regime. Foi o general que recebeu a rendição de Marcelo Caetano, no 25 de abril de 1974. Primeiro Presidente da República pós-revolução e proscrito, a partir de 11 de março de 1975. Morreu há 30 anos
De inteligência remediada e rasteira condição perverte as palavras, dizendo, por exemplo, que ilegalidade é informalidade ou alardeando uma trapaça como «puro acto de boa gestão».
O antigo líder supremo do Irão Ali Khamenei vai ser sepultado esta quinta-feira, quatro longos meses após a sua morte e seis dias de cerimónias fúnebres. Mas na história encontramos outros casos de espera prolongados, entre a morte e o funeral.
Não foi nesse momento que o Estado Novo nasceu, mas esse foi o primeiro passo para a implantação desse regime fascista no nosso país.
Dois historiadores, Luís Nuno Rodrigues e Maria José Oliveira, escreveram livros essenciais para a história contemporânea de Portugal.
O histórico socialista continua a publicar e a participar na vida política e cívica.
O multimilionário de 76 anos, que fez fortuna no setor das telecomunicações, cumpria desde setembro uma pena de um ano de prisão por corrupção.
“The Man Who Stole Portugal” adapta uma das maiores fraudes financeiras do século XX, com Dominic West, Richard E. Grant e James Nelson Joyce no elenco.
Donald Trump foi alvo do terceiro atentado como presidente dos Estados Unidos da América. Por cá, também se conspirou e se tentou eliminar reis e chefes de Estado.
Para o professor catedrático José Miguel Sardica, o início da revolução começou em 1961 e foi concluída com a adesão de Portugal à então Comunidade Económica Europeia, em 1986.
Foi assassinado com três tiros depois de governar o País durante 374 dias, numa tentativa inédita de instaurar um regime presidencialista autoritário, associado a um verdadeiro culto da personalidade que o seu carisma alimentou. Morreu o homem, nasceu o mito.
Para já, é a Demagogia que está a ganhar. Como, aliás, está a acontecer por todo o Mundo. Bem nos avisou o grego Aristóteles de que a Democracia pode, muito facilmente, degenerar em Demagogia. E ele viveu entre 384 e 322 a.C..
Estamos, felizmente, muito longe dos tempos miseráveis do Estado Novo e talvez ainda haja memória colectiva suficiente do modo como essa corja de patifes tratava os portugueses e, sobretudo, as portuguesas.
Além de acompanhar a mãe nas visitas à prisão de Caxias, Miguel Sousa Tavares tinha a missão de a ajudar na redação das cartas e na "tradução" das mensagens enviadas pelo pai.