Ucrânia: Von der Leyen promete apresentar em breve novo pacote de sanções à Rússia
As sanções da União Europeia contra a Rússia visam atualmente mais de 2.700 indivíduos e empresas.
As sanções da União Europeia contra a Rússia visam atualmente mais de 2.700 indivíduos e empresas.
Ao longo do mês foram sendo estabelecidos novos máximos no consumo diário, que acabou por se fixar no dia 23 de janeiro.
Meg O'Neill vai assumir o cargo de presidente executiva da British Petroleum (BP) em abril do próximo ano. É a quarta CEO da petrolífera em seis anos e sucede a Murray Auchincloss, que liderava a energética desde 2024.
Em 03 de dezembro, a União Europeia chegou a acordo para proibir todas as importações de gás russo para a União Europeia no outono de 2027.
Presidente da Comissão Europeia considera tratar-se de um "virar da página" da dependência energética da Rússia.
Compromisso foi alcançado esta madrugada entre o Parlamento Europeu e os Estados-Membros.
Questionada se Portugal estaria preparado para uma eliminação a partir de 2026, a ministra da Energia apontou: "Sim, por nós, não tem problema se for a decisão".
Portugal é um dos oito Estados-membros da UE que terão de encontrar alternativas às importações de gás russo, dado que o país ainda importa GNL da Rússia, embora em proporções relativamente pequenas.
A posição surge um dia depois de a Comissão Europeia ter proposto que os países da UE deixem de importar gás da Rússia até final de 2027, acabando com novos contratos e compras imediatas ainda este ano, para deixar de ser dependente de Moscovo.
"Disse aos nossos parceiros americanos: invistam na Ucrânia. Tragam empresas. Trabalhem connosco. Vamos desenvolver estes recursos juntos", adiantou o presidente ucraniano.
As medidas da China foram tomadas quase imediatamente após a aplicação das tarifas norte-americanas.
Valores na Europa deverão manter-se nos 36 euros, em 2025.
Segundo os dados da ERSE, a descarga foi responsável por 4,9% do total das importações de GNL.
"Esta manhã, ativistas do Climáximo voltaram à ação pelo terceiro dia, depois dos bloqueios da 2.ª circular e da rua de S. Bento. Desta vez, pintaram de vermelho a sede da REN, em Lisboa, que consideram ser 'uma das empresas que declarou guerra à sociedade e ao planeta'", avança o movimento em comunicado.
De acordo com a associação, os atrasos no avanço da implementação de fontes renováveis devem-se a falhas de licenciamento.
"Vai ser a maior ação de desobediência civil em Portugal", garantiu um dos ativistas.