Irão: Macron quer negociações para impedir ataques a infraestruturas de energia
O agravamento da guerra no Médio Oriente fez disparar novamente os preços globais dos combustíveis, com o preço do gás na Europa a subir 35%.
O agravamento da guerra no Médio Oriente fez disparar novamente os preços globais dos combustíveis, com o preço do gás na Europa a subir 35%.
Contrato de futuros holandês TTF, considerado a referência europeia, subiu 28,06% para 70 euros por megawatt-hora.
Trump diz que desconhecia por completo esta operação de Israel, contudo, não é isso que revelam algumas fontes. Segundo autoridades americanas, o presidente "aprovou o ataque para pressionar o Irão a desbloquear o Estreito de Ormuz".
Nos últimos dois dias, pelo menos quatro navios saíram do Estreito de Ormuz através do canal Larak-Qeshm, junto à costa iraniana.
Depois de o barril West Texas Intermediate (WTI) ter ultrapassado 100 dólares.
A invocação de «causa de força maior» para suspender contratos de fornecimento de combustíveis ou alumínio era consequência certa e previsível da guerra.
Entre as embarcações que conseguiram passar, contam-se três petroleiros e um navio de transporte de gás liquefeito.
Preços atingiram os 61,30 euros por megawatt-hora.
Preço do gás, do petróleo e de alguns transportes marítimos já aumentaram e para a próxima semana está prevista uma subida dos custos dos combustíveis. No entanto, há também outros setores que podem ser impactados.
País é o maior importador mundial de petróleo e adquiriu em 2024 cerca de 560 milhões de toneladas de crude no exterior.
Manobras têm como objetivo preparar os Guardiões "para ameaças de segurança e militares potenciais".
As sanções da União Europeia contra a Rússia visam atualmente mais de 2.700 indivíduos e empresas.
Ao longo do mês foram sendo estabelecidos novos máximos no consumo diário, que acabou por se fixar no dia 23 de janeiro.
Meg O'Neill vai assumir o cargo de presidente executiva da British Petroleum (BP) em abril do próximo ano. É a quarta CEO da petrolífera em seis anos e sucede a Murray Auchincloss, que liderava a energética desde 2024.
Em 03 de dezembro, a União Europeia chegou a acordo para proibir todas as importações de gás russo para a União Europeia no outono de 2027.
Presidente da Comissão Europeia considera tratar-se de um "virar da página" da dependência energética da Rússia.