Beneficiários de prestações de desemprego no valor mais baixo desde julho de 2024
As prestações de desemprego continuam a ser maioritariamente pedidas por mulheres, correspondendo 42,1%.
As prestações de desemprego continuam a ser maioritariamente pedidas por mulheres, correspondendo 42,1%.
Trata-se de uma descida pelo terceiro mês consecutivo, isto é, desde novembro, quando tinham subido 19,2% em termos homólogos e aumentado 37,3% face ao mês anterior, para 7.510, atingindo o número mais elevado desde janeiro de 2025.
Destas mulheres, uma em cada cinco ganhava o salário mínimo nacional, conclui um estudo elaborado pela CGTP.
O salário médio dos trabalhadores com remuneração declarada à Segurança Social era no ano passado de 1.269,34 euros, superior em 29% ao valor de 2015, enquanto para os jovens (até 30 anos), o salário médio era de 1.037,57 euros, mais 40% em comparação com 2015.
Aumento regista-se comparado com período homólogo de 2021. Registaram-se dois milhões de prestações de doença.
De acordo com um estudo da CGTP, apesar do emprego feminino ter crescido 2,3% e de as mulheres terem mais habilitações do que os homens, continuam a ganhar menos.
26% dos jovens adultos entre os 25 e os 29 anos recebe o salário mínimo nacional, de acordo com o relatório 'Retribuição Mínima Mensal Garantida 2021'.
Em abril havia mais de 15 mil trabalhadores nesta situação, que passaram a menos de oito mil em menos de um mês: mais de metade (4.906) referem-se a redução do horário de trabalho e 3.021 à suspensão de contratos de trabalho.
"O problema é saber se a Segurança Social sustentável garante benefícios adequados às pessoas daqui a 20 anos", defendeu antigo ministro.
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58,7% dos beneficiários (97.323) são do sexo feminino e 41,3% do masculino (68.593 beneficiários).
O número de beneficiários do subsídio por doença atingiu 200.750 em abril devido à pandemia causada pelo novo coronavírus.
Mais de metade daquele total deu entrada já durante o mês de abril, sendo que foi no dia 1 deste mês que se observou o maior número (6.007) de pedidos registados num único dia.
As ofertas de emprego recebidas pelo IEFP caíram de uma média de 334 por dia, em março, para 102 nas primeiras semanas de abril.
O número de empresas que iniciaram processos de despedimento coletivo nos primeiros 13 dias de abril é quase o mesmo do que o registado em todo o mês de março.
Do total de pedidos, 149.797 são de trabalhadores por conta de outrem, 20.121 de trabalhadores independentes e 2.358 do serviço doméstico.