Irão: Preços mundiais dos alimentos subiram 2,4% em março devido à guerra
O aumentado registado em março coloca o índice 1% acima do registado há um ano.
O aumentado registado em março coloca o índice 1% acima do registado há um ano.
Apenas alguns navios - essencialmente iranianos, dos Emirados Árabes Unidos, indianos, chineses e sauditas - continuam a transitar diariamente pelo estreito.
Para aliviar o custo de vida na sequência dos efeitos da guerra no Médio Oriente.
As autoridades da Bielorrússia ainda não fizeram qualquer comentário sobre a alegada nova ronda de libertações.
Sim, Trump é um palhaço e um palhaço egoísta, megalómano e irresponsável, mas, acima de tudo isso, é um palhaço assassino.
Em causa estão os efeitos da guerra no Médio Oriente, nomeadamente devido ao aumento dos preços de energia.
Donald Trump mergulhou os EUA num confronto entre as motivações existenciais, e por isso extremas, de Israel e do regime iraniano. Sair será difícil - e é mais provável um choque económico severo.
As escolhas já ultrapassam, em muito, separar ou reciclar o lixo, fazer compostagem em casa ou desligar as luzes. São medidas importantes mas, mais importante, é a literacia que nos falta para compreender os modos de funcionamento e agenciamento dos interesses subjacentes às empresas que dominam o que comemos ou bebemos.
"A guerra vai durar quanto tempo? Esta é a questão que muda a equação e o impacto", alertou o secretário-geral da CAP.
Só resta a certeza na incerteza, egocentrismo e inconstância de Trump.
No global, o plano "vai mobilizar" cinco mil milhões de euros, disse Pedro Sánchez.
A Índia, a China, os países do Sudeste Asiático e a África Oriental são os mais afetados pelo bloqueio implementado pelo Irão.
O choque em curso numa das matérias-primas cruciais para a agricultura mundial é um bom exemplo da aplicação desta “lei” à ação de Trump no Irão.
A guerra está já a aumentar as taxas de juro, acrescentando ainda mais pressão ao custo de vida sentido pelas famílias. Não tenhamos ilusões: a crise que aí vem será dura, como foi a de 2022.
A Alta Representante da UE para os Negócios Estrangeiros e Política de Segurança referia-se à missão naval “Aspides”, que visa proteger navios comerciais e mercantes no Mar Vermelho, e que poderia eventualmente ser mobilizada para o Estreito de Ormuz caso os 27 assim o decidissem.
Semelhante ao acordo que permitiu a saída de cereais da Ucrânia.