Marcelo Rebelo de Sousa faz esta quinta-feira a sua última mensagem de Ano Novo
Prometeu que será mais curta devido à proximidade das eleições presidenciais.
Prometeu que será mais curta devido à proximidade das eleições presidenciais.
O candidato referiu que "este mecanismo é suspenso durante três meses para ser reavaliado", o que lhe parece "correto".
Marcelo Rebelo de Sousa considera que "é mesmo urgente promulgar e publicar o presente diploma para evitar vazios legais" e regista que o primeiro-ministro, Luís Montenegro, "não participou na deliberação, como tinha anunciado".
Primeiro-ministro vai descansar junto da família.
Luís Montenegro deixou ainda uma palavra especial "aos que se encontram sozinhos ou que vivem momentos de maior fragilidade".
"Não nos distraímos com essa espuma mediática, essas discussões que começam e acabam nos jornais", afirmou o ministro.
O concelho de Oliveira do Hospital, no interior do distrito de Coimbra, atingido pelo grande incêndio de Arganil, contabiliza o maior número (cinco), seguido da Lousã (dois), no mesmo distrito.
O ministro da Defesa explicou que estes dispositivos "não são utilizados todos ao mesmo tempo e são utilizados em função do doente".
As jornadas decorrem até terça-feira, sob o lema "Transformar Portugal", e contam também com a participação de Pedro Santana Lopes, Pedro Duarte e Montenegro.
O programa do executivo PSD/CDS-PP prevê a redução do IRS em dois mil milhões de euros até 2029, com uma descida de 500 milhões já em 2025.
O partido de esquerda pede ainda que o Governo se oponha à meta de gastar 5% do PIB em Defesa, como propõe a NATO.
"As principais propostas deste Governo para o trabalho são transformar aumentos salariais regulares em prémios esporádicos (...) ou aumentar os dias de férias desde que os trabalhadores deixem de receber salário", criticou.
O Chega é o partido com mais medidas (27), seguido do PS (25) e da Iniciativa Liberal (16). Mas todos os partidos viram propostas suas chegarem ao programa do Governo.
O candidato a secretário-geral do PS voltou a criticar o executivo PSD/CDS-PP por propor medidas que não incluiu no seu programa eleitoral nem apresentou em campanha.
Além de PSD e CDS-PP, apenas a IL anunciou que votará a favor, com PS, Chega, PCP, BE e Livre a garantirem o 'chumbo' do documento.
A grande maioria destes vetos incidiu sobre legislação da Assembleia da República, com um total de 34 decretos devolvidos ao parlamento.