Setembro, escolas sem professores e a perpétua capacidade de nos surpreendermos com o mesmo facto todos os anos
«O que o melhor e mais sábio dos pais quer para o seu filho, deve a comunidade querer para todos os seus filhos.» (Dewey, 1899)
«O que o melhor e mais sábio dos pais quer para o seu filho, deve a comunidade querer para todos os seus filhos.» (Dewey, 1899)
Uma criança em Portugal até se tornar adulta pode percorrer todo o ensino oficial e obrigatório, do ensino básico ao secundário, sem lhe ser ministrado uma única aprendizagem ou conteúdo educativo obrigatório centrado em "anticorrupção", transparência, ética ou integridade!
Quase nove em cada 10 docentes portugueses que dão aulas a alunos do 7.º ao 9.º ano disseram sofrer "muito" ou "bastante" de stress quando estão a trabalhar.
Pertence ao grupo dos que cobram entre 1001 e 5 mil euros anuais. Só Reino Unido (excepção da Escócia, onde não há propinas) se paga maise
Portugal apoia os alunos que não tenham capacidade financeira.
O relatório da Eurydice diz ainda que os docentes nacionais ocupam o topo da tabela quando o rendimento é comparado com o PIB per capita de cada estado
Alunos do 1.º ciclo têm exatamente o mesmo tempo letivo mínimo de horas dedicadas à matemática e à língua portuguesa.
Relatório da rede Eurydice sobre educação de adultos demonstra que Portugal de destacou pela positiva, mas os especialistas dizem que bons indicadores já não reflectem situação actual, de acordo com o jornal Público.
A Associação dos Estabelecimentos de Ensino Particular e Cooperativo (AEEP) considera positiva a eventual concessão de escolas públicas, o alargamento dos contractos de associação ou o cheque ensino, mas defende que deve continuar a ser gratuita a escolaridade obrigatória.
Os professores portugueses estão entre os docentes europeus cujos salários foram mais afectados pela crise económica, segundo um relatório divulgado hoje, em Bruxelas, pela Comissão Europeia.
Um em cada quatro alunos do ensino superior em Portugal recebe bolsa, o que coloca o país entre os Estados europeus onde apenas uma "minoria" dos estudantes beneficia deste apoio, segundo um relatório divulgado esta segunda-feira, em Bruxelas.
Quem concluiu o ensino superior nos últimos três anos tem mais dificuldade em arranjar emprego do que quem se formou há mais tempo, indica um relatório sobre a aplicação do processo de Bolonha nos países europeus, hoje divulgado.