Polícia brasileira resgata 13 crianças feitas reféns em creche e mata sequestrador
Agressor espalhou um produto inflamável pela sala e tinha um isqueiro na mão. Trazia também uma faca e uma suposta arma de fogo, que mais tarde se revelou ser falsa.
Agressor espalhou um produto inflamável pela sala e tinha um isqueiro na mão. Trazia também uma faca e uma suposta arma de fogo, que mais tarde se revelou ser falsa.
O país está a ser abalado há quase três semanas uma onda de greves e protestos, havendo já mais de 400 escolas fechadas. Somam-se jovens detidos e muitos feridos.
O concelho de Lisboa tinha cerca de 500 alunos sem escola no dia em que as aulas arrancaram. Situação foi resolvida em cima da hora.
Filinto Lima saudou a solução encontrada, que passou por distribuir os alunos pelas turmas que já existiam. "Não se formaram novas turmas", explicou.
Segundo a Fenprof só no concelho de Sintra existem 744 alunos sem escola e em Lisboa 550.
Questionado sobre o arranque do ano escolar, José Luís Carneiro referiu ser "a primeira vez que acontece na escola pública as crianças chegarem ao início do ano letivo e não terem escola".
Há ainda centenas de alunos que continuam sem colocação numa escola pública no início deste ano letivo.
No início de agosto a mãe enviou um e-mail para o novo serviço do Ministério da Educação, Ciência e Inovação (MECI) - a Agência para a Gestão do Sistema Educativo (AGSE) - mas diz nunca ter recebido qualquer resposta.
Bombeiros de Mangualde estiveram a assistir as vítimas.
A Linha SOS Criança e Jovem do IAC registou há dois anos 2.151 pedidos de apoio e no ano passado 2.750.
Associação de juristas lança directrizes para as famílias que suspeitam de doutrinação ideológica junto dos filhos.
Uma criança ficou com as pontas de dois dedos amputadas na escola de Fonte Coberta, em Cinfães.
Na semana em que todos os alunos já deveriam estar nas aulas, ainda há processos por resolver e famílias que passam os dias no Ministério da Educação.
Pedro Martins aponta duas causas: “A diferença entre o número de funcionários e o número de pessoas que estão efetivamente nos serviços” e a existência de um “desequilíbrio regional”.
Como se organiza a segurança interna em Portugal, quem são os seus principais intervenientes, que funções desempenham, e que desafios se colocam à sua eficácia no século XXI?
Associações desvalorizam o relatório da KPMG sobre a incapacidade de saber quantos alunos não têm aulas e pedem ao Governo medidas com efeitos a longo prazo.