Mais de 80% dos utentes com mais de 45 anos têm pelo menos uma doença crónica
As doenças crónicas mais reportadas pelos utentes são hipertensão arterial (42%), seguida de artrose ou dores persistentes nas costas ou articulações (32%).
As doenças crónicas mais reportadas pelos utentes são hipertensão arterial (42%), seguida de artrose ou dores persistentes nas costas ou articulações (32%).
Os dados mostram para Portugal um desempenho bastante inferior à média na saúde física, saúde mental, funcionamento social, bem-estar e saúde geral.
A falta de planeamento compromete a capacidade de resposta dos Sistemas de Saúde, concluíram especialistas na Conferência organizada pela Multicare.
O impacto das alterações climáticas na Saúde já é uma realidade, com efeitos visíveis no aumento de doenças respiratórias, cardiovasculares e infecciosas. A resposta passa por antecipar riscos, reforçar a literacia e apostar em modelos de cuidado mais contínuos e personalizados.
O pacote laboral apresentado pelo Governo prevê a revisão de centenas de artigos do Código do Trabalho. Alterações aos contratos e simplificação de despedimentos distanciam o Governo dos sindicatos.
São cobertos pelos serviços mínimos os blocos operatórios dos serviços de urgência, os serviços de internamento que funcionam em permanência e as hospitalizações domiciliárias, assim como cuidados paliativos, cuidados intensivos, hemodiálise e tratamentos oncológicos em função da prioridade.
Os técnicos alertaram para a necessidade de alinhar com a estratégia da OMS para maximizar o impacto das vacinas.
Quarto debate das eleições Presidenciais colocou Catarina Martins e Henrique Gouveia e Melo frente-a-frente.
O Centro Europeu de Prevenção e Controle de Doenças apelou aos países da União Europeia para acelerarem a vacinação porque os casos de gripe estão a surgir três a quatro semanas mais cedo.
Seis municípios vão receber pela primeira vez a distinção por políticas "amigas" das famílias: Chamusca, Chaves, Mafra, Matosinhos, Viana do Castelo e Vila do Conde
Miguel Castanho, investigador e professor, explica que apesar da presença do mosquito em território português a situação não é alarmante.
Apenas 47% afirmam saber exatamente onde se dirigir em caso de necessidade médica.
A resposta é positiva e há vários argumentos de peso: o SARS Cov2 é muito mais transmissível do que a gripe, por exemplo. Além de que, quanto mais livremente circular, maior a probabilidade de se tornar novamente pandémico.
"O problema principal é a falta de recursos humanos, nomeadamente, de médicos, de enfermeiros, de psicólogos, de técnicos, de uma série de outras profissões",diz o bastonário.
Entre as doenças oncológicas, é das mais temidas. No entanto, os tratamentos inovadores e a prevenção primária ainda não estão amplamente disponíveis.