Buraka Som Sistema divulgam "Puro Mambo" a primeira música inédita em doze anos
O coletivo regressa aos palcos este ano, com concerto marcado para 11 de julho, no festival NOS Alive.
O coletivo regressa aos palcos este ano, com concerto marcado para 11 de julho, no festival NOS Alive.
A falta de planeamento compromete a capacidade de resposta dos Sistemas de Saúde, concluíram especialistas na Conferência organizada pela Multicare.
O impacto das alterações climáticas na Saúde já é uma realidade, com efeitos visíveis no aumento de doenças respiratórias, cardiovasculares e infecciosas. A resposta passa por antecipar riscos, reforçar a literacia e apostar em modelos de cuidado mais contínuos e personalizados.
Doenças como a dengue, a zika ou a chikungunya podem tornar-se uma realidade cada vez mais frequente em Portugal, impulsionadas pelo aquecimento global, alerta o professor Celso Granato, da Universidade Federal de São Paulo.
Miguel Castanho, investigador e professor, explica que apesar da presença do mosquito em território português a situação não é alarmante.
Garantia é do presidente do Instituto Nacional de Saúde Ricardo Jorge, Fernando Almeida
Podem até nem dar pelo vírus, mas depois da infeção a vida altera-se radicalmente. Simples gestos, como tomar banho, tornam-se um esforço. Ainda não se sabe o que causa a doença - nem se um dia vai passar.
A ULS da Cova da Beira apelou à população para que tome medidas para reduzir os locais de criação de mosquitos.
"A região está a enfrentar ondas de calor recorde, cada vez mais frequentes, intensas e mortíferas. Estes acontecimentos não são apenas inconvenientes - são assassinos silenciosos", disse Comissão Pan-Europeia do Clima e da Saúde.
O aquecimento global está a contribuir para o aumento de doenças tropicais. Portugal corre o risco de voltar a ter surtos de dengue e até de malária.
Segundo a geneticista Luísa Pereira, há "várias razões a contribuir para o risco elevado de pandemias". Uma delas é a "cada vez maior globalização e destruição de ambientes naturais".
A Madeira registou um surto da doença entre 2012 e 2013, com 1.080 casos confirmados de infeção por dengue, a maioria no concelho do Funchal, o que não ocorria em países da União Europeia desde 1920.
O jornalista escreve sobre o aquecimento global há 15 anos e quer mudar a forma como vemos as temperaturas altas – que matam 489 mil pessoas por ano. Mas recusa que estejamos condenados.
O mosquito Aedes albopictus foi identificado no dia 31 de julho nestes dois municípios, revela Direção-Geral da Saúde.
Bernardo Gomes, médico e vice-presidente da ANMSP, refere que a dificuldade de mitigação de calor e a redução da qualidade do ar são exemplos de fatores resultantes das alterações climáticas que afetam a saúde pública. Mais pobres e mais idosos correm maior risco, alerta Adalberto Campos Fernandes.
"Não vamos ter surtos de dengue como na Madeira ou como nas zonas tropicais", explica a coordenadora da Rede Nacional de Vigilância de Vetores.