A Portela?... Jamais!
Lisboa precisa de um novo aeroporto. Isso é evidente. O que não é evidente é que precise de destruir o que já tem.
Lisboa precisa de um novo aeroporto. Isso é evidente. O que não é evidente é que precise de destruir o que já tem.
As medidas serão submetidas agora à votação de uma comissão permanente e já não ao plenário que as 'chumbou' na semana passada.
As medidas retomam apoios extraordinários que vigoraram entre abril e junho.
Manifestações estendem-se há vários dias, na sequência do chumbo de medidas de apoio à habitação pelo parlamento.
A máquina não adormece, a máquina não passa sinais vermelhos, a máquina não bebe.
Primeiro-ministro espanhol vai debater com o partido sobre possíveis eleições antecipadas.
Chumbo abre portas a eleições antecipadas.
PP, Vox e Juntos pela Catalunha anunciaram esta sexta-feira que iriam votar contra os dois decretos aprovados pelo conselho de ministros do governo socialista.
Segundo um relatório do Conselho das Finanças Públicas, publicado em junho, a contratação de serviços médicos continuou a assumir um "peso relevante em 2025", evidenciando a persistência de "constrangimentos na capacidade de resposta do SNS com recursos próprios".
Um navio envelhecido espera em alto mar. A partir daí, narcolanchas capazes de atingir velocidades "brutais", que recorrem a milhares de litros de combustível fornecidos por portugueses, transportam cocaína até território nacional. A SÁBADO falou com a PJ para perceber como funcionam os esquemas do narcotráfico que continuam a usar o nosso país como porta de entrada para a Europa.
O mais alto tribunal argentino argumentou que o Centro de Ex-Combatentes das Ilhas Malvinas não é uma organização com a legitimidade necessária para apresentar a queixa, que afirmava que a medida de Milei colocava em risco a soberania nacional.
Os protestos têm-se sucedido na última semana em várias cidades de Espanha, com especial dimensão em Madrid, depois do despejo pela polícia de Maricarmen Abascal, de 87 anos, do apartamento no centro da capital espanhola em que viveu desde 1956.
Prédio onde a idosa vivia foi adquirido por uma empresa, que aumentou a renda em 275%. Aflita, Maricarmen acabou por se envolver numa batalha judicial com a Urbagestión. Os tribunais deram razão à imobiliária e ordenaram o despejo da mulher, que foi retirada à força numa maca. A situação levou o primeiro-ministro espanhol a propor um decreto-lei para habitação, apelidado de "decreto Maricarmen", que foi aprovado na terça-feira em conselho de ministros.
Caso de Maricarmen transformou-se num símbolo contra a crise na habitação nas cidades espanholas e europeias.
Participantes garantem que o protesto não tem data para acabar.