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Sindicatos alertam que há mais de 900 escolas públicas de portas abertas para receber os participantes na Jornada Mundial da Juventude e temem constrangimentos. Diretores de escolas recusam ideia e dizem que planeamento está a decorrer "sem problemas".
O docente da Póvoa de Varzim teve o mesmo comportamento no ano passado, noutra escola do mesmo concelho, e também foi alvo de um processo. No entanto, a escola em questão não conseguiu notificá-lo, porque já estava de férias.
Este ano, já se reformaram quase 1.600 docentes e os sindicatos estimam que irão ser mais de dois mil até ao final de dezembro.
O ambiente será semelhante ao do ano passado: há corredores de circulação, obrigatoriedade do uso de máscara e os alunos continuam a estar apenas com os colegas da sua "bolha".
Subsídios de deslocação e habitação e programas de alojamento acessível são algumas das propostas defendidas pelos professores, que querem apoios semelhantes aos de juízes e médicos.
David Sousa, vice-presidente da Associação Nacional de Diretores de Agrupamentos e Escolas Públicas, pede uma "estratégia de confiança e comunicação" entre as escolas e as famílias.
"Do que lemos não há grande alteração e são medidas que dependem de decisões das autoridades de saúde. No que diz respeito ao papel das escolas, mantêm-se tudo, ou seja, não temos nenhuma alteração a fazer. Tudo o que eram as regras que já constavam no plano mantêm-se nestas orientações", disse David Sousa.
A pouco mais de um mês do arranque de um novo ano letivo, os diretores sublinham que não são cientistas, mas sabem que é preciso "fazer tudo para que as escolas não voltem a fechar".
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