Força maior e guerra de desgaste
A invocação de «causa de força maior» para suspender contratos de fornecimento de combustíveis ou alumínio era consequência certa e previsível da guerra.
A invocação de «causa de força maior» para suspender contratos de fornecimento de combustíveis ou alumínio era consequência certa e previsível da guerra.
Acumula, assim, uma subida de mais de 12% nos últimos três dias de negociação.
Trata-se do valor mais elevado desde junho de 2025.
Basta que a guerra entre Teerão e Washington se estenda para lá do fim de semana para o preço do petróleo subir acima dos 100 dólares. É a análise do CEO da ActivTrades Europe, que explica que o excesso de crude atual "mitiga alguma ansiedade", mas pode não se manter.
País é o maior importador mundial de petróleo e adquiriu em 2024 cerca de 560 milhões de toneladas de crude no exterior.
Trata-se de um aumento de 20% face ao ano anterior.
Preço chegou a a atingir os 78,22 dólares por barril.
Irão tem uma produção significativa e também pode fechar o Estreito de Ormuz.
As medidas visam o setor energético russo, bem como redes internacionais de comércio ilícito de crude e empresas fornecedoras de equipamentos militares ao exército russo.
A Hungria e a Eslováquia alegam que o oleoduto já está em condições de retomar o fornecimento de petróleo russo aos dois países da Europa Central, que têm isenções para importar crude de Moscovo.
Petroleiro, que terá partido da Venezuela a 3 de janeiro, "violou a quarentena para embarcações sancionadas imposta pelo Presidente Trump nas Caraíbas".
Em profunda crise energética e económica, Cuba tem dependido fortemente da ajuda estrangeira e de carregamentos de petróleo de aliados como o México, a Rússia e, anteriormente, a Venezuela.
Trump está a pressionar o Irão a assinar um acordo com os EUA para travar as suas aspirações nucleares ou enfrentar uma intervenção militar. A perspetiva de um conflito e possíveis disrupções no abastecimento de crude estão a levar os preços do petróleo a dispararem.
A moeda oficial da Venezuela é o bolívar, mas o dólar norte-americano, e ocasionalmente o euro, são utilizados como referência para a fixação de preços de bens e serviços.
As cotações do "ouro negro" estão a recuar 3,3%, isto depois de os EUA terem sinalizado que vão adiar uma ação militar em Teerão.
A melhor, ainda que incerta, salvaguarda de Sheinbaum ante a ameaça de ataques norte-americanos é o Mundial de Futebol que em Junho começa a rolar no México, Estados Unidos e Canadá