CDS/Congresso: Presidente do Congresso apela à retirada de moções em nome da união
O centrista apelou assim a que todas as moções, excluindo a do líder, não fossem levadas a votação.
O centrista apelou assim a que todas as moções, excluindo a do líder, não fossem levadas a votação.
CDS-PP celebra "todo os anos" esta data e é algo "quase identitário" para o partido, Nuno Melo salientou que "o 25 de Novembro foi um movimento militar que salvou a democracia em Portugal".
Na opinião do líder centrista, "o CDS mostrou utilidade também pelos votos que somou à direita" nas eleições legislativas do passado dia 10 de março.
"Não tenhamos dúvidas, o senhor primeiro-ministro está para cumprir o mandato que os portugueses lhe deram, para cumprir o mandato desta legislatura, foi para isto que os portugueses confiaram", afirmou a ministra Ana Catarina Mendes no encerramento do congresso do CDS-PP.
Paulo Portas veio votar em Nuno Melo. Mas esse “é apenas um gesto” num momento difícil do CDS. “Já não estamos no século XX nos anos 90.”
Manuel Monteiro faz o discurso mais aplaudido do Congresso. E acaba a dar apoio àquele que mais condições para liderar o CDS: Nuno Melo.
A antiga líder centrista defende que, "num momento tão difícil para o partido", Nuno Melo "é quem está em melhores condições para ajudar a fazer renascer o CDS".
Moções desalinhadas procuram alternativa ao eurodeputado. Lobo D'Ávila sai da corrida à liderança, Manuel Monteiro pressionado por distritais de 'Chicão'.
Candidato à liderança dos centristas afirma que quer ao seu lado "alguns dos melhores que o CDS hoje tem e renovar profundamente o CDS".
Nuno Correia da Silva é vogal da Comissão Política Nacional, ex-vereador na Câmara de Lisboa e foi deputado na VII legislatura, quando Manuel Monteiro liderava o CDS.
O eurodeputado é o primeiro subscritor da moção "Tempo de Construir" que defende que o "CDS não é um partido qualquer", é um partido "fundacional do regime democrático", e que o CDS "não acabou".
Em abril, o 29.º Congresso do CDS-PP vai eleger o sucessor de Francisco Rodrigues dos Santos, que se demitiu da presidência do partido.
O 29.º Congresso do CDS-PP vai eleger o sucessor de Francisco Rodrigues dos Santos, que se demitiu da presidência do partido e não irá recandidatar-se na sequência dos resultados eleitorais nas legislativas de 30 de janeiro.
Adversário de Francisco Rodrigues dos Santos quer que Conselho Nacional seja considerado nulo pelo Tribunal de Jurisdição.
O cancelamento do congresso por proposta do presidente do partido foi aprovado com 144 votos a favor e 101 contra.
Nuno Melo defende que "a acontecer, a reunião será ilegal e todas as deliberações tomadas serão nulas". Reunião foi marcada pela atual direção para tentar adiar o congresso eletivo de 27 e 28 de novembro.