Delcy Rodríguez alega sabotagem ao sistema elétrico após acordos petrolíferos
Em causa está um protesto contra os acordos assinados com os Estados Unidos, que vão controlar 20% das reservas de petróleo venezuelano.
Em causa está um protesto contra os acordos assinados com os Estados Unidos, que vão controlar 20% das reservas de petróleo venezuelano.
Washington flexibilizou o regime de sanções aos setores do petróleo e da mineração, bem como ao sistema financeiro público.
Líder da oposição reagiu ao acordo petrolífero entre os dois países.
"Acho que eles ainda não estão prontos. Tudo isto é muito recente", declarou Trump na Casa Branca.
Secretário do Tesouro norte-americano acredita que ainda hoje ou amanhã pode-se chegar a um acordo.
Afirmando ser "um forte defensor da livre iniciativa", Trump citou a ExxonMobil e a Chevron como algumas das que mais lucraram com as consequências da guerra.
Kristalina Georgieva salientou que o impacto da crise nos preços do petróleo tem sido menor que o expectável, mas que o cenário mais benigno já está afastado.
Zelensky tinha acusado no sábado a Rússia de intensificar os seus ataques contra a Ucrânia em vez de responder à sua proposta de uma trégua durante o período da Páscoa ortodoxa.
Os contratos serão regidos pelas leis norte-americanas e os pagamentos feitos através de contas aprovadas pelo Tesouro dos Estados Unidos.
Presidente adiantou que o dinheiro, que vai controlar pessoalmente, será usado "em benefício do povo da Venezuela e dos EUA".
A Rússia fornecia armas à Venezuela em troca de petróleo e a China era a principal consumidora. Agora, com a invasão norte-americana, os rivais de Trump estão impedidos de acederam às maiores reservas petrolíferas do mundo.
Grandes empresas do setor lideram os ganhos no pré-mercado das bolsas norte-americanas. Chevron é vista como a melhor posicionada por já ter operações no país, através de uma licença concedida pela administração dos EUA.
O Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou na segunda-feira que os Estados Unidos destruíram uma área de atracagem utilizada por navios acusados de envolvimento com o tráfico de droga na Venezuela.
A tensão entre Caracas e Washington aumentou depois de Trump ter anunciado a proibição da entrada e saída de todos os petroleiros sancionados da Venezuela e a apreensão de dois navios que transportavam crude venezuelano nas últimas semanas.
As declarações surgem na sequência de uma sessão do Conselho de Segurança convocada a pedido de Caracas, na qual Rússia e China criticaram as ações dos Estados Unidos.
Presidente dos EUA afirmou ainda que o país vai apoderar-se do petróleo dos navios apreendidos nas últimas semanas.