“Cidadão Digital”: ARTE lança campanha para incentivar cidadãos a utilizar serviços públicos digitais
Campanha já esta no ar, com presença em televisão, meios digitais, redes sociais e em mais de 1.000 Lojas e Espaços Cidadão.
Campanha já esta no ar, com presença em televisão, meios digitais, redes sociais e em mais de 1.000 Lojas e Espaços Cidadão.
Fernando Alexandre admitiu que a "falta dos professores vamos tê-la durante alguns anos".
A medida integra o programa Cuida-te, que visa a promoção da saúde juvenil e dos estilos de vida saudável, do IPDJ, que tem por missão a execução de uma política integrada e descentralizada para as áreas do desporto e da juventude.
A simplificação administrativa deixou também de ser slogan e passou a ter métricas. O diagnóstico assumido pelo próprio ministro Adjunto e da Reforma do Estado foi cru: cerca de 356 horas para abrir uma empresa e mais 391 horas em obrigações burocráticas, ou seja, perto de 750 horas por ano perdidas em papelada, o equivalente a um terço do ano de trabalho de um empresário.
2025 foi o ano com mais adesões à CMD, e 2026 já soma quase 1,5 milhões de novas adesões em apenas seis meses. Assinaturas digitais através da CMD passaram de 38 mil em 2018 para mais de 19,4 milhões em 2025.
A investigação encontra-se na fase de recolha de dados e informação, estando a ser seguidas pistas, mas não havendo ainda suspeitos identificados nem qualquer cenário completamente posto de parte.
O novo serviço permite que, efetuado o pedido online e efetuado o respetivo pagamento, se verifique a emissão imediata de um código de consulta da certidão que ficará válido durante seis meses e poderá ser fornecido a qualquer entidade que solicite uma certidão.
A autenticação de dois fatores é um método de segurança que exige duas formas de verificação para confirmar a identidade do utilizador antes de conceder o acesso.
Das 949 vítimas que contactaram a Linha Internet Segura (LIS) em 2025, cerca de 13% (ou 119 vítimas) eram crianças e jovens.
O novo projeto de lei vai aumentar a “idade mínima digital para o acesso autónomo a plataformas”.
As críticas histéricas à lei que restringe a exposição de crianças e adolescentes ao mundo digital assentam em pressupostos falsos e perdem de vista o essencial
O parlamento debateu esta quinta-feira um projeto de lei do PSD que pretende regular o acesso às redes sociais a menores de 16 anos.
Caso este projeto seja aprovado pelo parlamento, as limitações de acesso vão abranger redes sociais como o Instagram, o Facebook ou o TikTok, mas não, por exemplo, o WhatsApp, que é utilizado por muitos pais para comunicação com os seus filhos.
A lei atualmente em vigor estabelece o limite de 13 anos, no que diz respeito ao acesso às redes sociais, sem restrições.