Irão acusa EUA de pôr em perigo navegação no Estreito de Ormuz
Presidente do Parlamento iraniano afirmou que Washington não poderá aguentar a situação durante muito tempo, ao contrário do Irão.
Presidente do Parlamento iraniano afirmou que Washington não poderá aguentar a situação durante muito tempo, ao contrário do Irão.
O campo petrolífero de Fujairah foi atingido por um drone iraniano, no primeiro dia de uma operação norte-americana destinada a restabelecer o tráfego no estreito de Ormuz.
Desmentido surge depois de o Irão ter anunciado um ataque contra uma fragata norte-americana.
Incidente ocorreu na noite de domingo e para já não há feridos a registar. Autoridades estão a investigar o episódio.
Declarações surgem depois de Donald Trump ter avisado esta noite que vai começar a escoltar navios de países terceiros retidos através do Estreito de Ormuz.
Hezbollah disparou projéteis contra o norte de Israel. Apesar do cessar-fogo em vigor desde 17 de abril, os ataques continuam entre ambos os lados.
A situação entre os dois países mantém-se num impasse desde que um cessar-fogo entrou em vigor em 8 de abril, após quase 40 dias de ataques aéreos israelitas e norte-americanos contra o Irão e de ataques de retaliação de Teerão na região do Médio Oriente.
A ONU refere que roedores ou pragas são frequentemente visíveis em 80% dos locais onde as famílias deslocadas vivem e afetam cerca de 1,45 milhões de pessoas.
Das 176 pessoas que chegaram a Creta, 31 foram transferidas para um hospital, onde receberam primeiros socorros, e as restantes para o aeroporto internacional de Heraclião para serem repatriadas.
Israel justificou a proibição com o argumento de que jornalistas estrangeiros em Gaza poderiam revelar posições de tropas israelitas e colocá-las em risco. Outras justificações incluíram o facto de se tratar de uma zona de combate ativa, considerada demasiado perigosa.
Líder norte-americano afirmou que a indústria petrolífera iraniana "explodiria" com as restrições impostas pelos Estados Unidos.
Aiatola Mojtaba Khamenei procurou traçar uma linha firme numa altura em que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, tenta alcançar um acordo mais abrangente para consolidar o frágil cessar-fogo em vigor na guerra.
Preços de referência para a Europa e os EUA seguem a escalar na sessão de hoje, já depois de terem atingido máximos de quatro anos. Preocupações de que os ataques militares dos EUA ao Irão possam recomeçar estão a pressionar o sentimento dos "traders", que não vêm fim à vista para a reabertura do estreito de Ormuz.
Em comparação com os recursos dos norte-americanos no Médio Oriente.
Bloqueio naval envolve mais de 200 aeronaves e mais de 25 navios.
Trump não sabe como sair da encruzilhada iraniana e anda a tentar disfarçar. Fala do tempo em que os EUA estiveram metidos no Vietname, no Iraque, no Afeganistão. Avisa que "ainda vai demorar algum tempo" até os preços dos combustíveis baixarem. Projeta uma ilusão de controlo quando, na verdade, está a perder em toda a linha: internamente, a sua aprovação está em queda e a inflação sobe; externamente, a perda de prestígio e de confiança nos EUA é muito evidente. Mesmo que continue a haver quem veja "plano" e "racionalidade" onde, manifestamente, não há.