Ébola: DGS atualiza procedimentos para responder a eventuais casos suspeitos
O risco de infeção para as pessoas que vivem na Europa permanece baixo, dada a reduzida probabilidade de importação e transmissão secundária do ébola.
O risco de infeção para as pessoas que vivem na Europa permanece baixo, dada a reduzida probabilidade de importação e transmissão secundária do ébola.
Esta suspensão inclui o cancelamento de vistos temporários e pedidos de residência permanente previamente aprovados.
Existem cerca de 750 casos suspeitos de Ébola e 177 mortes suspeitas na RDCongo, um país com cerca de 100 milhões de habitantes onde a epidemia "se propaga rapidamente", alertou na sexta-feira a Organização Mundial da Saúde (OMS).
E ainda o sistema de troca de eletrodomésticos e sugestões de fim de semana
Surto de Ébola no Congo já provocou mais de 100 mortes. Segundo o infecciologista Jaime Nina, o cenário pode ainda vir a piorar.
Os dados mais recentes indicam que o surto já causou pelo menos 88 mortos, com 336 casos suspeitos, na RDCongo. No Uganda, foram reportados dois casos confirmados, sem ligação aparente, na capital Kampala, entre pessoas que viajaram da RDCongo.
A doença foi localizada nas cidades de Rwampara, Mongwalu e Bunia e o caso índice presumido – um enfermeiro do Centro Médico Evangélico – trabalhava em Bunia e o seu caso data de 24 de abril.
A RDCongo, país vizinho de Angola, sofreu outro surto de ébola entre setembro e dezembro de 2025, que provocou 45 mortes e 64 casos na província de Kasai (centro).
OMS recomenda isolamento por 42 dias na sequência do surto de hantavírus a bordo do MV Hondius, mas cada país tem as suas regras.
A DGS indicou ainda na nota que não existe em Portugal "qualquer alteração da avaliação do risco".
A organização garantiu que o risco deste surto para a população em geral é baixo.
Horas antes, o hospital Radbud de Nimègue tinha confirmado o teste positivo de outro doente procedente do navio de cruzeiro.
A porta-voz da Comissão Europeia Eva Hrncirova disse, esta quinta-feira, que as autoridades de saúde da União Europeia estão a monitorizar de perto a situação dos casos suspeitos de hantavírus a bordo do navio Hondius e que a União Europeia está pronta a dar resposta em todas as fases do processo.
Três pessoas que viajavam no cruzeiro morreram em consequência do surto de hantavírus no navio e há cinco outros casos suspeitos.
Os últimos casos suspeitos de hantavírus foram retirados para aviões ambulância. Vários profissionais de saúde permanecem a bordo do navio Hondius.
Terminada a transferência de três ocupantes para os Países Baixos.