Sábado – Pense por si

Bons costumes

Faz-nos falta um corcunda

Menos atenção têm merecido barbaridades do vulgo, como a do concidadão que, irado com o processo de divórcio movido pela mulher, a violou, torturou, rapou-lhe o cabelo, arrancou-lhe as sobrancelhas e acabou por lhe cortar o dedo anelar com uma tesoura de poda.

Jantar no Ramalhete

Resultado inovador da leitura da obra de Eça de Queirós aliado aos desafios que se põem atualmente aos jovens profissionais da Escola de Comércio de Lisboa

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