Caos é menos visível nas ruas da Venezuela após sismos mas persistem carências e traumas
Alerta é da Assistência Médica Internacional.
Alerta é da Assistência Médica Internacional.
A gala incluirá um concerto solidário com Sofia Ribeiro, o pianista Juan Andrés Ospina, os Gaby Cabral, Jenny Da Silva, Liliana De Faria e Sofia Castillo, e os grupos Madragoa e Parceiros Banda Show.
Valor "inclui medidas para reconstruir melhor, garantir a resiliência e reduzir as condições de risco".
Associação Amigos da Diáspora e os Emigrantes Madeirenses vai entregar os produtos a dez instituições locais.
Washington flexibilizou o regime de sanções aos setores do petróleo e da mineração, bem como ao sistema financeiro público.
JPP criticou a falta de "credibilidade" do Governo da Madeira porque prometeu enviar 150 mil euros para as vítimas dos sismos na Venezuela, mas passados dois meses "nem um euro" chegou às instituições no terreno.
Segundo o último balanço atualizado divulgado pelas autoridades, 6.438 pessoas faleceram e 86.358 pessoas foram assistidas nos hospitais depois dos sismos.
Mais de dez mil pessoas encontram-se desaparecidas.
No discurso de encerramento do 25.º Congresso Nacional do PS, em Viseu.
Devido a um imprevisto de última hora de Delcy Rodriguez.
O secretário-geral do PS tenciona abordar a libertação dos detidos políticos luso venezuelanos e a situação da comunidade portuguesa.
Os protestos têm lugar depois de o Procurador-geral da Venezuela, Tareck William Saab advertir que "poderiam ser penalizados com cárcere" os cidadãos que venham a ser acusados de violência ou que recusem os resultados anunciados pelo CNE que deram a vitória de Nicolás Maduro.
Regresso à quarentena tem lugar depois de uma semana de flexibilização das regras. País registou 922 novos casos nas últimas 24 horas.
"Falta a luz, a água, a Internet, o gás e os telefones. Não há sinais de melhoria nos serviços. Todos os dias, perto da hora de almoço, até em Caracas", revelou cidadão.
"Nos primeiros nove meses do ano, foram denunciados 34 casos de tortura (…) A maioria das vítimas são homens jovens e pobres", lê-se em relatório.
À crise política na Venezuela soma-se uma grave crise económica e social, que já levou cerca de quatro milhões de pessoas a fugirem do país desde 2015, de acordo com dados das Nações Unidas.