Adiado encontro do líder do PS com Presidente venezuelana
Devido a um imprevisto de última hora de Delcy Rodriguez.
Devido a um imprevisto de última hora de Delcy Rodriguez.
O secretário-geral do PS tenciona abordar a libertação dos detidos políticos luso venezuelanos e a situação da comunidade portuguesa.
Os protestos têm lugar depois de o Procurador-geral da Venezuela, Tareck William Saab advertir que "poderiam ser penalizados com cárcere" os cidadãos que venham a ser acusados de violência ou que recusem os resultados anunciados pelo CNE que deram a vitória de Nicolás Maduro.
Regresso à quarentena tem lugar depois de uma semana de flexibilização das regras. País registou 922 novos casos nas últimas 24 horas.
"Falta a luz, a água, a Internet, o gás e os telefones. Não há sinais de melhoria nos serviços. Todos os dias, perto da hora de almoço, até em Caracas", revelou cidadão.
"Nos primeiros nove meses do ano, foram denunciados 34 casos de tortura (…) A maioria das vítimas são homens jovens e pobres", lê-se em relatório.
À crise política na Venezuela soma-se uma grave crise económica e social, que já levou cerca de quatro milhões de pessoas a fugirem do país desde 2015, de acordo com dados das Nações Unidas.
Nicolás Maduro anunciou, a 31 de março, a ativação de um programa de racionamento elétrico durante um mês, que previa a distribuição de eletricidade durante apenas dois dias por semana.
Governo tem atribuido as falhas a atos de sabotagem de opositores apoiados pelo Estados Unidos, enquanto a oposição acusa o regime de não fazer investimentos.
Governo tem atribuido as falhas a atos de sabotagem de opositores apoiados pelo Estados Unidos, enquanto que a oposição acusa o regime de não fazer investimentos.
Dados anteriores davam conta que 369 pessoas tinham sido detidas na Venezuela, entre 21 e 24 de janeiro de 2019, durante manifestações antigovernamentais.
Até ao momento, não foram registados danos materiais ou vítimas mortais. Os sismos ocorreram na madrugada desta quinta-feira.
Há nove meses que acesso à Internet está restringido na Venezuela, impedindo a consulta de conteúdos jornalísticos, segundo o Instituto de Imprensa e Sociedade.
Os venezuelanos protestaram ainda contra os constantes apagões e as falhas no abastecimento de água.
Dos dados estão excluídas as mortes ocorridas em casos de resistência à autoridade e acidentes de trânsito.
Várias Organizações Não Governamentais e familiares das vítimas denunciaram que os presos foram maltratados, borrifados com gasolina e incendiados.