Líder interina da Venezuela nomeia especialista em economia como vice-presidente
Trata-se da primeira mudança anunciada por Delcy Rodríguez desde que assumiu o cargo, após a captura de Nicolás Maduro.
Trata-se da primeira mudança anunciada por Delcy Rodríguez desde que assumiu o cargo, após a captura de Nicolás Maduro.
Tribunal Comercial de Londres decidiu a favor de Juan Guaidó no caso do controlo do ouro venezuelano depositado no Banco de Inglaterra. Maduro garante tratar-se de "um ato de pirataria" e diz não haver "segurança jurídica em Londres".
Estas medidas surgem no seguimento de uma demonstração de abertura por parte de Maduro, após uma reunião, em março, com representantes do governo do presidente Joe Biden.
Supremo Tribunal de Justiça britânico considerou que os tribunais britânicos não poderiam contradizer o executivo, que considera Guaidó como Presidente interino. Em causa estão 31 toneladas de ouro, avaliadas em cerca de 1.000 milhões de dólares (887 milhões de euros).
Um grupo de eurodeputados, entre os quais João Pimenta Lopes e Sandra Pereira (CDU), subscrevem uma carta a exigir a António Ramalho que desbloqueie fundos para o pagamento de vacinas e equipamentos médicos da Venezuela à Organização Pan-Americana de Saúde.
Na sua decisão, os juízes remetem o caso para o Tribunal de Comércio do Tribunal Superior [High Court] de Londres a fim de "investigar" quem o governo britânico realmente reconhece como líder da Venezuela, Maduro ou Guaidó.
Cabaz alimentar do mês de julho teve um custo de 213 dólares (181 euros). O salário mínimo dos venezuelanos mantém-se em 1,40 dólares (1,19 euros).
O Presidente da Venezuela afirmou em entrevista ao Washington Post que "todos saem a ganhar" se houver uma "relação de respeito e diálogo".
O objetivo do presidente venezuelano será vender o ouro para tentar travar as sanções impostas pelos Estados Unidos e países da União Europeia.
Pelo menos oito toneladas de ouro foram retiradas dos cofres do banco central venezuelano na semana passada, afirmaram várias fontes à Reuters.
É um sinal de pânico que chega do banco central venezuelano: a impressão de dinheiro está a acontecer ao ritmo mais elevado desde, pelo menos, 1997.
Os preços dos produtos e serviços subiram 144% durante o passado mês de Novembro, elevando para 1.299.724% a inflação acumulada nos últimos 12 meses, segundo dados divulgados na segunda-feira pela Assembleia Nacional da Venezuela.
O Fundo Monetário Internacional projectou que a Venezuela terminará 2018 com uma inflação acumulada de 1.000.000%.
De acordo com o presidente do país, "a vantagem para a pessoa que invista hoje, é que daqui a um ano, terá valor no futuro, apoiado no ouro".
Os bancos venezuelanos vão passar a usar a criptomeda venezuelana como unidade contabilística, segundo uma ordem do regulador do sector bancário.
O petro é uma criptomoeda venezuelana. Entrada em vigor será celebrada com um feriado.