Enfermeiros denunciam deslocações sem aviso prévio para o Hospital Garcia de Orta, em Almada
A urgência centralizada vai funcionar em dois polos, um no Hospital Garcia de Orta e outro no Hospital de São Bernardo, em Setúbal.
A urgência centralizada vai funcionar em dois polos, um no Hospital Garcia de Orta e outro no Hospital de São Bernardo, em Setúbal.
A iniciativa, organizada por um pequeno grupo de enfermeiros e apoiado por organizações sindicais, surgiu no seguimento da falta de resposta a um documento reivindicativo entregue ao Ministério da Saúde.
Otimismo a mais, camas previstas mas irreais, cautelas sacrificadas e contratos de pessoal a menos. Quais foram as falhas e os erros?
"Neste momento, já temos serviços a trabalhar abaixo dos mínimos da greve, já temos serviços com 80% de profissionais novos que não foram integrados", avisa ASPE.
"Não se conseguem fazer tarefas tão básicas quanto registar os nascimentos do serviço de Obstetrícia", revela sindicato.
A 12 de agosto, arranca mais uma greve convocada pelo Sindicato Nacional dos Motoristas de Matérias Perigosas (SNMMP) e pelo Sindicato Independente dos Motoristas de Mercadorias (SIMM).
Enfermeiros da ASPE reúnem-se com a ministra da Saúde para discutirem os descongelamentos das carreiras e os processos de contratação pública.
Marta Temido diz que os doentes que ainda não foram operados foi por decisão própria.
A Associação Sindical Portuguesa dos Enfermeiros acusa o Ministério da Saúde de ter tentado boicotar a greve dos enfermeiros em novembro do ano passado.
Governo Regional da Madeira comprometeu-se a descongelar as carreiras destes profissionais, processo que será faseado até 2021 e vai custar quatro milhões de euros.
A Ordem assume ter pagado os cerca de 70 autocarros que irão levar milhares de enfermeiros a Lisboa para manifestarem o seu descontentamento.
O retomar das negociações levou a Federação dos Sindicatos de Enfermeiros (FENSE) a adiar a greve de zelo que tinha previsto iniciar no início do mês.
Mais de 5.000 cirurgias foram adiadas na segunda greve dos enfermeiros em blocos operatórios, paralisação que termina esta quinta-feira e que levou o Governo a decretar uma requisição civil.
A greve cirúrgica foi convocada pela Associação Sindical Portuguesa dos Enfermeiros (ASPE) e pelo Sindepor em dez centros hospitalares, entre 31 de janeiro e 28 de fevereiro, depois de uma paralisação idêntica de 45 dias no final de 2018.
Supremo Tribunal Administrativo recusou revogar a requisição civil na 'greve cirúrgica' dos enfermeiros.
STA refere que foram formulados dois pedidos - um principal e um subsidiário -, mas nenhum deles relativo à apreciação da legalidade da greve.