Cuba sofre segundo apagão nacional em menos de 24 horas
A falha deveu-se às condições meteorológicas, segundo a empresa estatal Unión Eléctrica. É o sétimo apagão este ano.
A falha deveu-se às condições meteorológicas, segundo a empresa estatal Unión Eléctrica. É o sétimo apagão este ano.
As novas medidas inserem-se no programa de reformas económicas aprovado recentemente pela Assembleia Nacional do Poder Popular.
Na última sexta-feira o grupo hoteleiro Meliá despediu-se de Cuba. Era um dos últimos resistentes, depois de várias outras cadeias e companhias aéreas terem abandonado a operação nesta ilha das Caraíbas. Mais de 65 anos depois do embargo iniciado pelos EUA, o país enfrenta um dos piores momentos da sua história.
O chefe de Estado defendeu que a comunidade internacional deve ser solidária com Cuba, alertando que Washington pode replicar este tipo de pressão noutros países.
País está ainda enfrentar escassez de combustível devido ao embargo dos Estados Unidos.
As entidades visadas pelas novas sanções estão sujeitas ao congelamento de ativos nos Estados Unidos e proibidas de realizar negócios com empresas ou indivíduos norte-americanos.
A onda de calor que atravessa a Europa já provocou falhas elétricas em França e volta a expor a vulnerabilidade das redes. Portugal não está imune, alerta o professor da NOVA FCT Nuno Amaro.
Fragilizada por crises sucessivas e sob o peso das sanções norte‑americanas, Cuba volta a mexer na sua economia. O presidente Miguel Díaz‑Canel anunciou uma nova reforma económica, uma resposta que, como explica o politólogo José Filipe Pinto, representa “uma tentativa desesperada de Díaz‑Canel de evitar uma intervenção política dos Estados Unidos”.
Numa mensagem nas redes sociais, o ministro dos Negócios Estrangeiros, Bruno Rodriguez, afirmou que os Estados Unidos mantêm um "plano de asfixia económica contra Cuba".
Capacidade de geração prevista para o horário de ponta será de 1.215 megawatts face a uma procura estimada de 3.100 MW.
No relatório "Viver entre Apagões", o partido Primeiro Justiça (PJ) refere que aproximadamente 90% dos lares do país sofrem "apagões de energia diários ou esporádicos" e que em estados como Zúlia, Táchira, Mérida, Lara e Barinas, "os cortes variam entre 6 e 12 horas por dia".
Plano passará por convidar empresas como a Google, a Microsoft, a Meta e a Amazon a pagar uma espécie de imposto.
Desde janeiro que Washington pressiona Cuba para abrir significativamente a economia e reformar o seu sistema político, aplicando novas sanções e fazendo até ameaças de intervenção militar.
Na sequência das ameaças de invasão por parte de Donald Trump.