Indústria dos videojogos ameaçada pela inteligência artificial. Perceba porquê
Capacidade de recriar jogos sem ter de pagar por eles colocou as maiores empresas em alerta pelos possíveis efeitos económicos.
Capacidade de recriar jogos sem ter de pagar por eles colocou as maiores empresas em alerta pelos possíveis efeitos económicos.
As empresas de inteligência artificial estão a começar a contratar filósofos. O catedrático da Nova FCSH Nuno Venturinha explica o porquê de o pensamento filosófico ser tão importante no desenvolvimento desta tecnologia.
David Robinson defendeu que os sistemas avançados de inteligência artificial precisam de mecanismos de segurança semelhantes aos adotados em setores como o da aviação e da energia nuclear.
Muitos dos executivos reunidos em Washington apelaram a uma desaceleração no desenvolvimento da tecnologia após vários incidentes de grande impacto em que os agentes de IA agiram de forma descontrolada.
Relatório surge numa altura de forte alarme no setor.
"Estamos a liderar e a construir instalações enormes, avaliadas em triliões de dólares; porque é que devemos abdicar disso? Se algo está errado, têm de corrigir", disse o presidente.
À Mega-Inteligência Artificial cabem os atributos de presciência divina paradoxalmente concebida pelo ser humano.
Um vende liderança, o outro vende acesso. No mercado global da tecnologia, quem controla o acesso costuma ganhar mais do que quem proclama a liderança.
O fundador da Microsoft entra para o coro dos que pedem mais regulamentação para evitar uma catástrofe humanitária às mãos da IA.
Os prestadores de serviços das Forças Armadas norte-americanas continuam impedidos de utilizar tecnologia da Anthropic quando trabalham para o Departamento da Defesa.
Segundo o presidente norte-americano "somente indivíduos de alto QI se podem candidatar" ao cargo.
O incidente da Hugging Face foi um aviso sem vítimas. A história da segurança ensina que os avisos ignorados costumam repetir-se, e da segunda vez raramente saem baratos.
Numa altura em se intensifica o debate sobre a segurança dos sistemas avançados.
Alrindo Oliveira defende que um abrandamento do desenvolvimento da IA poderia ser benéfico para as sociedades, mas que seriam precisos acordos internacionais para o fazer e "o atual enquadramento geopolítico não mostra linhas de diálogo que favoreçam estes acordos".
O risco não é apenas perder empregos para a IA. É eliminar as oportunidades onde se aprende uma profissão - e depois exigir humanos capazes de supervisionar as máquinas.
Aproveitando a oportunidade que constitui o pedido das tecnológicas norte-americanas de mais regulação para o setor.