A ruptura tecnológica
A autonomização dos sistemas de aprendizagem de Inteligência Artificial atingiu um ponto crítico.
A autonomização dos sistemas de aprendizagem de Inteligência Artificial atingiu um ponto crítico.
Trata-se de um modelo de uso geral com capacidades agenticas de codificação e raciocínio excepcionalmente desenvolvidas, não tendo sido especificamente treinado para tarefas de cibersegurança.
O que torna esta evolução particularmente relevante não é apenas a sofisticação tecnológica, mas a sua escalabilidade.
A pressão para acelerar é enorme. A inteligência artificial tornou-se um campo central da competição geopolítica entre grandes potências, em particular entre os Estados Unidos e a China. Nenhum país quer ficar para trás.
O Pentágono quer usar a inteligência artificial para vigiar cidadãos e criar armas autónomas. Musk ganha novo contrato com o executivo do qual já fez parte.
Sabemos que a saúde será sempre o maior desafio para um governante que tenha a coragem de ser ministro desta matéria.
Hackers manipularam a plataforma de inteligência artificial da empresa Claude Code para recolher senhas e dados, processá-los e analisá-los.
Passam a ser sujeitos a novas regras de documentação, transparência, segurança, conformidade com direitos de autor e avaliação de riscos na UE.
A avaliação dos cinco principais modelos desenvolvidos pela OpenAI, Google, Anthropic, Meta e X pretendeu determinar a forma como estes podem ser programados para difundir desinformação.
A nova ferramenta da startup xAI, o Grok-2, estará disponível para os assinantes do serviço premium do X e permite a geração de imagens que podem contribuir para fake news e desinformação.
Apesar de alguns concertos cancelados, o Jazz em Agosto avança com alinhamento maioritariamente português a partir de sexta, 30 de julho, na Fundação Calouste Gulbenkian, em Lisboa.