Fim de ano no Algarve com festas para todos os gostos e carteiras
Festas de fim de ano oferecem uma mistura de animação de rua, com grandes concertos e fogos-de-artifício organizados pelas câmaras municipais.
Festas de fim de ano oferecem uma mistura de animação de rua, com grandes concertos e fogos-de-artifício organizados pelas câmaras municipais.
Há hotéis com apostas em programas próprios de alojamento e animação, como acontece em Vilamoura onde uma unidade “tem cerca de mil lugares para a passagem de ano”, com “três ou quatro modelos de passagem de ano”.
O dirigente da maior associação de hotéis do Algarve reconheceu que o setor aumentou os preços em média entre 8 a 10%, o que corresponde àquilo que considera ser os aumentos dos produtos comprados para servir os turistas.
A Autoridade Marítima Nacional reforça a necessidade de "vigiar permanentemente as crianças" e apresenta as principais recomendações para estes dias: não se aproximar da água ou caminhar na areia molhada e não virar costas ao mar.
"Evitar uma catástrofe económica e social sem precedentes e salvar o turismo do Algarve, exigem uma intervenção urgente e esclarecida", alega a associação em comunicado.
Esta quebra traduz-se em menos 635,8 milhões de euros.
Governo britânico anunciou o fecho do corredor aéreo com Portugal continental. Cidadãos britânicos manifestaram-se descontentes com a decisão mas, devido a compromissos de trabalho, foram obrigados a antecipar o regresso.
Portugal vai arrecadar, com o orçamento da União Europeia a longo prazo e o Fundo de Recuperação, 45 mil milhões de euros em subsídios, destinando 300 milhões à região do Algarve, devido à quebra no turismo.
Como o início da pandemia de covid-19 coincidiu com o arranque das contratações para a época turística, milhares de pessoas nem sequer chegaram a ser contratadas.
Cerca de 30% das unidades hoteleiras vão começar a funcionar este mês, mais de 70% reabrem em junho e, praticamente todas, começam a acolher turistas nos meses de julho e agosto.
Presidente da Região de Turismo do Algarve garantiu que o setor está já a "preparar essa nova normalidade" para quando o Governo avançar na "retoma progressiva das atividades, no período de maio e junho".
"Cerca de 60% dos hotéis tiveram cancelamentos diretos para os próximos dois a três meses", afirma presidente de associação.
Governo acompanha com "com a máxima atenção" impacto da falência do do operador turístico. Algarve teme que fiquem por pagar os serviços prestados na época alta.
O turismo algarvio deverá ser afetado pela falência da britânica Thomas Cook tanto pela queda na chegada de turistas como pelas dívidas em atraso.
Taxa atingiu os 34%. Melhor só no mesmo período de 2016.
Holandeses e alemães também subiram no mês de janeiro.