Sábado – Pense por si

Fenómeno de “turismo de  saúde” acontece sobretudo em Lisboa
Rita Rato Nunes

Turismo de saúde: os casos mais flagrantes de quem viaja só para usar o SNS

Há mulheres que saem do avião para a sala de partos. Há quem telefone do aeroporto para a linha SNS24 para entrar numa urgência. E quem alugue quartos perto de um hospital para ser operado onde “não se paga”. Ninguém sabe exatamente quantos são e onde se encontram. Deixam dívidas.

Há várias empresas - britânicas, suíças, americanas e israelitas, por exemplo - especializadas em cobrar dívidas médicas
Ana Taborda

Os caçadores de dívidas médicas

Quando o turista não paga a conta do hospital, há empresas que vão atrás do incumpridor - e do pagamento - em mais de 100 países. Uma delas, britânica, é especializada em faturas de dentistas. Portugal ainda não sabe quanto devem os estrangeiros.

A sala de conferência de faturas e receitas, toda automatizada, é o centro nevrálgico.
Bruno Faria Lopes

O cérebro do SNS na caça à fraude com medicamentos

Confere 11 milhões de receitas e faturas por mês, poupa milhões de euros ao erário público e entrega à justiça pistas sobre potenciais fraudes - foi daqui que saiu a informação para a recente "Operação Obélix". O Ozempic e seus concorrentes são a fraude da moda. Viagem ao centro de Controlo e Monitorização do SNS, na Maia.

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