Governo garante que procura consenso após fechar acordo negocial com médicos
O Executivo garantiu ainda que "continuará a desenvolver um trabalho com cordialidade, boa-fé e responsabilidade para com os profissionais médicos e em prol do SNS".
O Executivo garantiu ainda que "continuará a desenvolver um trabalho com cordialidade, boa-fé e responsabilidade para com os profissionais médicos e em prol do SNS".
Líder do maior sindicato de médicos não reconhece competência à ministra da Saúde para resolver os problemas do setor. Tentativa de acabar com tarefeiros "é mandar areia para os olhos dos cidadãos" e vitaminas para o privado, diz responsável pela FNAM à SÁBADO.
A FNAM defende que "os concursos de colocação dos recém-especialistas sejam nacionais, com regras transparentes e equitativas para todos, e que os contratos estejam em conformidade com a lei".
"Isto é uma luta na defesa dos doentes e também da nossa profissão, face à intransigência e inflexibilidade por parte do Ministério da Saúde", diz Joana Bordalo e Sá.
Semana de 35 horas, melhores salários, a nova carreira médica e formação são as propostas da Ordem dos Médicos e dos sindicatos para salvar o SNS. Governo disposto a negociar.
Reuniões entre a administração do hospital e os sindicatos "não alcançaram os resultados legitimamente esperados".
A presidente da TAP, Christine Ourmières-Widener, diz que a companhia "está a confirmar a solidez do seu desempenho no terceiro trimestre, com todas as métricas financeiras acima dos níveis pré-crise".
Com esta revisão, a remuneração base será aumentada em 0,3%, o subsídio de almoço em 1,04% e o subsídio de apoio a natalidade em 50 euros, para 800 euros.
Em comunicado, o hospital refere que o objetivo último é "garantir a igualdade" entre os profissionais, valorizando e motivando os profissionais.
A administração do hospital garante que respeita as leis. Sindicato sublinha enfraquecimento do Serviço Nacional de Saúde.
Inquérito da consultora Mercer sugere aumento médio próximo de 2% dos salários este ano.
Federação Nacional dos Médicos e Sindicato Independente ameaçaram endurecer as formas de luta caso o Governo não manifeste, na próxima reunião, a 3 de abril, "disponibilidade para a paz social".
Um grupo de enfermeiros entregou este sábado, no Porto, cravos brancos ao Presidente da República e à ministra da Saúde para os sensibilizar para as questões de uma carreira de enfermagem que alegam ser o "pilar" do Serviço Nacional de Saúde.
O Conselho Nacional da Ordem teve uma reunião extraordinária no domingo na qual foi decidido pedir um encontro urgente com a ministra da Saúde.
Foram esta quarta-feira assinados acordos com o Ministério da Saúde, "aplicáveis aos médicos sindicalizados", que introduzem alterações aos acordos coletivos de trabalho.
Paralisação está marcada até 30 de abril de 2019.