Marcelo Rebelo de Sousa eleito personalidade do ano pela Imprensa Estrangeira em Portugal
O "compromisso com a democracia" foi a principal justificação apontada pela associação para a atribuição desta distinção.
O "compromisso com a democracia" foi a principal justificação apontada pela associação para a atribuição desta distinção.
A posição estratégica da AD não é uma questão de ‘rendição’; é uma tentativa de emagrecer o mamute pela restrição da sua dieta.
A leitura de Saramago e de todos os escritores que nos contam o que foi Portugal debaixo da ditadura é mais do que obrigatória. É vital para quem não quer ser parte de um rebanho.
"O Velho Salazar", um filme de João Botelho sobre o ditador português e "A culpa é da água", sobre Gisberta, mulher trans assassinada no Porto em 2006, são alguns dos destaques da programação do festival que decorre de 30 de abril a 10 de maio, anunciada esta terça-feira.
O elevador encerrado da Ponte 25 de abril, Mário de Carvalho e Rosalía estão entre as manchetes desta segunda-feira.
A possibilidade de Saramago deixar de ser obrigatório no 12º ano criou uma polémica que, por via indireta, puxou Mário de Carvalho para a discussão pública. Autor disse estar reconhecido e rejeita comparações com o Nobel.
Têm-se espalhado "falsidades" em torno da remoção dos livros de Saramago das aulas de Português, dizem professores, que garantem que o escritor "nunca sairia" do currículo, estando em causa a "diversidade" no ensino.
O escritor Gonçalo M. Tavares esteve no NOW e criticou duramente o programa escolar português, que prevê apenas um livro obrigatório por ano, classificando a situação como "absolutamente ridícula". Gonçalo M. Tavares defendeu que a literatura é fundamental para o ensino da língua portuguesa, pois coloca em movimento toda a potência da linguagem, incluindo ambiguidade, ironia e humor. O autor destacou que ensinar gramática sem literatura é "como ensinar a jogar futebol sentados" e disse que os alunos devam ler no mínimo cinco livros por ano, citando exemplos internacionais como França, que recomenda dez livros anuais, e Espanha, com cinco. O escritor defendeu também que José Saramago, "patrimônio mundial", deve continuar obrigatório nas escolas portuguesas e sublinhou ainda é "lido em todo lado".
Satélites portugueses lançados para órbita esta segunda-feira têm nomes de escritores. Mas cá em baixo uma polémica surge em torno do valor dado ao Nobel da Literatura português.
Fernando Alexandre salientou que "José Saramago é, obviamente, um escritor de referência" e admitiu que deve ser obrigatório ler este como outros escritores nacionais, apontando que há "grandes escritores em Portugal".
O Governo pôs uma versão preliminar revista das aprendizagens essenciais em consulta pública na sexta-feira, num processo que vai durar um mês e que pretende recolher contributos da comunidade educativa, especialistas e sociedade.
No novo disco, "Quinta-Essência 75/25", que chega a 27 de março, Carlão revisita o percurso, recusa fechar ciclos e confronta-se com o peso - e a lucidez - dos 50 anos.
Quase isolado do meio literário onde foi a grande estrela das últimas décadas, fazia vida junto do povo e dos amigos. Escreveu até ao fim, como forma de se agarrar à vida
Muito sensível à beleza feminina, era um sedutor a quem as mulheres não resistiam. Teve quatro, mas sempre soube qual foi a mais importante da sua vida.
O galardão espanhol já distinguiu, no passado, autores que viriam a vencer depois o Nobel da Literatura, como Beckett, Annie Ernaux e László Krasznahorkai. "Dia histórico", reage o Governo.
Este valor, que ainda não está fechado, “resulta da soma de custos diretos com reparações e reposição de materiais danificados e constrangimentos logísticos”.