Maria Lúcia Amaral. Caiu a ministra que ia sempre almoçar a casa
Deixava as equipas exasperadas com a lentidão de processos e a falta de paciência para jornalistas e estruturas de comando
Deixava as equipas exasperadas com a lentidão de processos e a falta de paciência para jornalistas e estruturas de comando
D. Afonso Henriques ganha por unanimidade, surgindo a seguir ao rei-fundador outra personagem centenária: o poeta Luís Vaz de Camões. Em 3º lugar já temos alguém da História mais recente: Ramalho Eanes. Com base numa sondagem inédita feita para a SÁBADO, que aponta quais as pessoas mais relevantes ao longo dos 900 anos de Portugal, deixamos-lhe aqui o retrato das 9 principais figuras.
Apareceu pela primeira vez nos jornais ainda não tinha 4 anos, depois de assistir ao atropelamento mortal da mãe. Descendente de ferroviários, cresceu de terra em terra, mas foi em Santarém, ao volante de um Citroën 2CV, que pediu a mulher em casamento. Juntos adotaram dois bebés, viajaram pela Europa a acampar e viram o cancro matar o herói de Abril. No Luxemburgo, a filha Catarina tornou-se delegada sindical. Os netos cresceram a ouvir as histórias do avô revolucionário.
Obrigado a trabalhar no exílio e amargurado pela vida e pela doença, o ditador rejuvenesceu quando em 1977 uma professora casada e com um filho lhe escreveu uma carta. Foi o início de uma história surpreendente de intimidade e revelação.
A história do 25 de Abril de 1974 também se pode contar através de ícones: da incontornável G3 ao megafone, passando pelo "V" da Vitória. Há escolhas óbvias. Outras nem tanto.
Há várias iniciativas espalhadas pelo País, como cerimónias militares, sessões oficiais, espetáculos de teatro e música, concertos e recriações históricas. Para participar entre os dias 24 e 27. Veja os locais e as horas de cada um deles.
Aquilo que era impensável no Estado Novo tornou-se possível depois da revolução. Doze personalidades contam à SÁBADO aquilo que puderam fazer depois de derrubada a ditadura. Usar minissaias, ver a família, apoiar os presos políticos ou simplesmente regressar a Portugal.
Cinco “capitães de Abril” contam os bastidores, os imprevistos e os contra-ataques do regime durante as longas horas do golpe que acabou com o Estado Novo.
Os jornalistas do Diário de Lisboa entrevistaram o general no dia da Revolução.
Reportagem de A Capital com Joaquim Furtado e Luís Filipe Costa.
Em março de 1991, um ano antes de morrer de cancro, o capitão que liderou no terreno o derrube do Estado Novo deu uma longa entrevista à Universidade de Coimbra em que recordou os preparativos, os bastidores, os imprevistos e peripécias do 25 de Abril de 1974.
A SÁBADO publica dois capítulos de O General que Começou o 25 de Abril Dois Meses Antes dos Capitães, de João Céu e Silva, que relata a história e origem do livro do general António de Spínola - cujo famoso monóculo era, afinal, falso.
Começou a jogar futebol no Olhanense, foi lá que cumpriu 500 partidas como treinador e que agora é presidente – com a missão de impedir o fim do clube algarvio. Mas há mais histórias: do 25 de Abril ao Ramadão, das clavículas partidas à conversa com Deus, do golo em Alvalade à derrota por 7-1 na estreia.
Tal como o 28 de Maio de 1926, o 25 de Abril de 1974 foi tecnicamente um golpe de Estado militar. Tal como o 28 de Maio, autobatizou-se, tempos mais tarde, de Revolução.
Comissão organizadora já está a estabelecer contactos com as autoridades para verificar se existem condições sanitárias para a celebração, devido à pandemia. "Tudo indica que será possível", diz Vasco Lourenço, embora "dentro de determinados limites".
Militares não terão, alegadamente, cumprido com normas impostas pela DGS.