Pentágono quer transmitir ao vivo execução por fuzilamento de um homem no Texas
Nidal Malik Hasan matou 13 pessoas numa base militar em 2009 e foi condenado à morte. Execução está marcada para 3 de dezembro.
Nidal Malik Hasan matou 13 pessoas numa base militar em 2009 e foi condenado à morte. Execução está marcada para 3 de dezembro.
Os prestadores de serviços das Forças Armadas norte-americanas continuam impedidos de utilizar tecnologia da Anthropic quando trabalham para o Departamento da Defesa.
O presidente dos Estados Unidos assinalou, esta sexta-feira, o 25.º aniversário dos atentados de 11 de Setembro, no Pentágono, onde destacou a unidade do país após os ataques. No discurso, lembrou que "éramos todos nova-iorquinos naquele dia" e reafirmou o compromisso de nunca esquecer as 2.977 vítimas.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e a primeira-dama, Melania Trump, participam, esta sexta-feira, na cerimónia que assinala o 25.º aniversário dos atentados de 11 de Setembro, no Pentágono. Durante a homenagem, os nomes das 184 vítimas foram lidos um a um.
Uma enorme bandeira norte-americana foi hasteada ao amanhecer no Pentágono, em Washington D.C., para homenagear as vítimas dos atentados de 11 de Setembro de 2001. A cerimónia marcou o início das comemorações do 25.º aniversário dos ataques que mataram milhares de pessoas nos EUA.
O presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou, esta sexta-feira, que vai assinalar o 25.º aniversário dos ataques de 11 de setembro no Pentágono, no estado norte-americano da Virgínia.
Marilyn atirou-se de uma janela do Pentágono em chamas para os braços de Craig. Passaram-se 25 anos e nunca mais souberam um do outro. Voltam agora a estar juntos, entre agradecimentos, abraços fortes e memórias desfiadas, numa série que reúne pela primeira vez estes heróis e os seus sobreviventes
Donald Trump afirmou que o líder norte-coreano, Kim Jong-un, o trata com “grande respeito”, numa altura em que o Pentágono reduz a dimensão dos exercícios militares realizados com a Coreia do Sul. As declarações surgem num contexto de mudanças na presença e nas atividades militares norte-americanas na região.
O presidente dos EUA invocou os custos das manobras, a relação com Kim Jong-un e a recusa de Seul em participar na ação contra o Irão. O Pentágono ainda não explicou como aplicará o corte.
O presidente dos EUA, Donald Trump, ordenou, este domingo, ao Pentágono que reduzisse os exercícios militares anuais com a Coreia do Sul. Trump justificou a decisão alegando que o país aliado se recusou a ajudar na guerra contra o Irão.
Em causa está um "incidente com materiais perigosos". Ao que tudo indica, trata-se de "um problema de qualidade do ar".
O primeiro-ministro espanhol, Pedro Sánchez, reagiu, esta sexta-feira, à notícia de que um documento interno do Pentágono sugere que Espanha deveria ser suspensa da NATO por não colaborar com os EUA na guerra com o Irão. Sánchez desvalorizou e disse que o governo espanhol trabalha com “documentos oficiais”.
Esta quinta-feira foi também noticiado que as forças armadas dos Estados Unidos intercetaram um navio-tanque sujeito a sanções no Oceano Índico que, segundo o Pentágono, transportava petróleo do Irão.
Momento aconteceu num discurso no Pentágono
De acordo com o Financial Times, o corretor de Hegseth na Morgan Stanley contactou a BlackRock em fevereiro para investir no fundo Defense Industrials Active, poucos dias antes de os Estados Unidos lançarem uma ação militar contra Teerão.
O secretário de Defesa dos Estados Unidos realizou o seu primeiro serviço mensal de oração cristã no Pentágono desde o início do conflito no Médio Oriente.