Mais de 200 reclusos da prisão de Lisboa protestaram hoje contra falta de condições
Na base do protesto estão a falta de condições de habitabilidade e reclusão da cadeia.
Na base do protesto estão a falta de condições de habitabilidade e reclusão da cadeia.
O pontífice recordou também "os numerosos jornalistas e repórteres vítimas de guerras e de violência" em todo o mundo.
A diferença está em saber o que é mais importante para os europeus neste período de instabilidade geopolítica: uma política externa a uma só voz ou, às vezes, sem voz? Ou uma postura internacional mais veloz, mas potencialmente a mais vozes?
Durante um jantar privado do Forum Club, na Florida.
O presidente norte-americano alega que Cuba é "uma ameaça extraordinária" para a segurança dos Estados Unidos e decide sancionar bancos estrangeiros que colaboram com o Governo Cubano.
As eleições realizam-se em março do próximo ano, em Rabat, Marrocos.
A decisão do Ministério Público (MP) surge um dia depois de o coletivo de juízes ter considerado a acusação "inválida" e, como tal, tida como "improcedente".
Abusar dos tribunais para calar críticos é atacar a democracia.
Presidente do Conselho Europeu discursou na reitoria da Universidade do Minho, na cidade de Braga.
Criminoso sexual alugou quatro apartamentos em Londres e coagiu as vítimas a recrutar outras mulheres para a sua rede. Algumas eram transportadas em comboios até Paris para se encontrarem com ele e outras eram levadas da Rússia para o Reino Unido. Em Londres chegou até a oferecer cursos de inglês. A polícia local já tinha recebido uma denúncia mas recusou-se a investigar.
Arrancou esta segunda-feira o julgamento coletivo de cerca de 500 alegados membros do gangue MS-13, acusados de dezenas de milhares de crimes, incluindo homicídio, extorsão e tráfico de armas. Estes julgamentos coletivos têm sido criticados por grupos de defesa de direitos humanos.
Segundo relatório da Amnistia Internacional.
Num relatório divulgado sobre a situação dos direitos humanos no mundo.
Foi um relatório elaborado entre janeiro e junho de 1976 e denunciou centenas de abusos cometidos por forças militares e civis que incluem ainda prisões arbitrárias, mandados de captura passados em branco e até tortura de detidos.
Julgamento está marcado para 14 e 15 de maio.
Os responsáveis pela escolha são os membros do Conselho de Segurança, que devem iniciar o processo até ao final de julho.