Notícia

Rui Miguel Tovar

O terror do FC Porto

03.03.2018 17:00 por Rui Miguel Tovar
Os números em Inglaterra evidenciam inferioridade a todos os níveis: zero vitórias, dois empates, 16 derrotas, 10 golos marcados e 49 golos sofridos.
Foto: Sábado

Os números em Inglaterra evidenciam inferioridade a todos os níveis: zero vitórias, dois empates, 16 derrotas, 10 golos marcados e 49 golos sofridos.

"Quando o autocarro do FC Porto atravessa a Ponte da Arrábida [para jogar abaixo do Douro] já vai a perder por 10." José Maria Pedroto fala como treinador durante os tempos de intenso domínio lisboeta, com 14 títulos de campeão para o Benfica e quatro para o Sporting entre 1959 e 1978.

Nas Antas, convive-se mal com a seca de 19 anos. Se esse carma já está ultrapassado, um outro se agiganta. É o sair do continente rumo a Inglaterra. O quadro é negativo, negativíssimo, com tão-só dois empates em 18 jogos (ambos em Old Trafford: 1-1 em 2004 com José Mourinho e 2-2 em 2009 com Jesualdo Ferreira).

A respeito desse dois-dois, é daí o último golo do FC Porto, em cima do minuto 90, da autoria do argentino Mariano González, campeão olímpico em 2004, hoje com 36 anos e feito número 15 do Hurácan. Daí para cá, cinco jogos a zero, entre Chelsea (1-0), Arsenal (5-0), Manchester City (4-0), Chelsea (2-0) e Leicester (1-0 de Slimani).
É de uma pobreza franciscana. É o FC Porto em Inglaterra, onde, para cúmulo, nunca de lá sai sem a sua baliza a zeros. Seja Newcastle, Wolverhampton, United (vezes quatro), Tottenham, Liverpool (dois), Chelsea (quatro), Arsenal (três), City e Leicester. É sempre a aviar cartucho. W


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