Sábado – Pense por si

Alexandre Pais
Alexandre Pais
07 de junho de 2017 às 07:00

Roger Moore: eterno como os diamantes

“Sempre odiei esse maldito James Bond. Gostaria de matá-lo” – Sean Connery, ator, primeiro e mais bem sucedido 007, Edimburgo, Escócia, 1930

Aos 16 anos, tornei-me num cinéfilo furioso: eram três ou quatro filmes por semana – havia sessões com duas fitas – e cheguei rapidamente aos mil. Isso significa que o desaparecimento de Roger Moore, na semana passada, aos 89 anos, levou mais um bocado de mim. Comecei por ver o ator britânico nas tardes de fim de semana da RTP, no início dos anos 60, na sérieIvanhoe, e um pouco mais tarde emO Santo, e respirei de alívio, em 1973, quando foi escolhido para substituir Sean Connery – o meu James Bond preferido desde 1962 – no papel do agente 007.

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