José Pereira: o Magriço não perdoa
Alexandre Pais
24 de novembro de 2014

José Pereira: o Magriço não perdoa

“A meta é o esquecimento. Eu cheguei antes.” O pensamento, do escritor e poeta argentino Jorge Luís Borges, não podia ser mais claro: quem conseguiu algo notável nunca será esquecido

Foi com Carlos Gomes, Costa Pereira, Vítor Damas e Vítor Baía um dos maiores guarda-redes portugueses. Mas só a chamada à Selecção Nacional, em 1965, quando ia a caminho dos 34 anos, o consagraria.

Na década e meia de José Pereira na baliza do Belenenses, vi-lhe defesas – em voo, que por isso o alcunharam de Pássaro Azul – das mais extraordinárias a que pude assistir no meu longo percurso de espectador de futebol. E vi-o também sofrer golos de forma infantil, o que fazia com que lhe chamassem Zé dos Frangos.

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