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Crítica de música: The Future and The Past, de Natalie Prass

"Apesar de compor canções particularmente harmoniosas, Prass trabalha-as meticulosamente, sem medo de arranjos mais arrojados", escreve Filipe Lamelas

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Filipe Lamelas 02 de julho de 2018 às 18:00

Natalie Prass tem o selo de estrela garantido desde que lançou o seu primeiro álbum. Na verdade, é uma daquelas cantoras que automaticamente cativa pela forma como interpreta cada canção, com alma e profundidade mas, ao mesmo tempo, com uma descontracção saudável, que a retira da zona dos maneirismos das almas atormentadas. No entanto, uma audição mais atenta revela que a simplicidade da sua música é apenas aparente: apesar de compor canções particularmente harmoniosas, Prass trabalha-as meticulosamente, sem medo de arranjos mais arrojados.

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