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Crítica de cinema: Querido Ditador

"O potencial esboroa-se como o pão racionado do regime comunista do tirano", escreve Pedro Marta Santos na sua crítica

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Crítica de cinema: Querido Ditador
Pedro Marta Santos 13 de junho de 2018 às 11:00

Querido Ditadorbeneficia de uma premissa original - Tatiana (Odeya Rush, espécie de Mila Kunisavant la lettre), umateenagerde espírito rebelde mas parca iniciativa transforma-se numa força temível da escola local graças aos conselhos de Anton Vincent (Michael Caine), ditador centro-americano deposto que se refugia no seu lar suburbano -, mas a direcção é pedestre, as interpretações levam a farsa a um nível de ridículo que provoca vergonha alheia (Seth Green como dentista-fetichista é particularmente intragável) e o potencial esboroa-se como o pão racionado do regime comunista do tirano.

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