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Crítica de cinema: Helena e os Homens

"Renoir transforma a acção numa farsa romântica e o ecrã é inundado por uma energia frenética cheia de vida e cor", escreve Tiago R. Santos na sua crítica

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Tiago Santos 08 de agosto de 2018 às 23:23

Não é o melhor filme do mestre Jean Renoir -A Grande Ilusão(1937) eA Regra do Jogo(1939) são imbatíveis -, masHelena e os Homens(1956) é um objecto de delicioso escapismo, a terceira parte de uma colorida trilogia quase musical:A Comédia e a Vida(1952) eFrench Cancansão os outros dois títulos que marcaram este regresso de Renoir a França depois do seu período americano. O próprio realizador assumiu, numa entrevista a Jacques Rivette, que o filme existe por uma única razão: Ingrid Bergman, o centro do triângulo amoroso, a princesa polaca por quem - na pré-Primeira Guerra - um general se apaixona. Renoir transforma a acção numa farsa romântica e o ecrã é inundado por uma energia frenética cheia de vida e cor.

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