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Crítica de cinema: Clube dos Bilionários

"A única qualidade do filme é ter tido a coragem de não varrer do mapa Kevin Spacey, aqui no seu pior de grandiloquência teatral", escreve Pedro Marta Santos

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Crítica de cinema: Clube dos Bilionários
Pedro Marta Santos 16 de outubro de 2018 às 08:00

Parece uma longa-metragem dos anos 80 (não é um elogio), quando a predação financeira era bandeira triunfal dosyuppies, ignorando-se a tragédia de 2008: baseada num caso verídico, é a história de Joe Hunt, um miúdo pintarolas para quem a bandeira dos EUA deveria ser verde-dólar, apanhado num esquema em pirâmide que ajudou a fomentar, tudo culminando em sangue e lágrimas de crocodilo. A única qualidade do filme é ter tido a coragem de não varrer do mapa Kevin Spacey, aqui no seu pior de grandiloquência teatral, embora não tenha compensado: 126 dólares no dia de estreia norte-americana.

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