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Crítica: Estações da Cruz

Análise ao filme alemão de Dietrich Bruggemann

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Edição de 17 a 23 de março
Crítica: Estações da Cruz
Pedro Marta Santos 18 de junho de 2015 às 12:00

De um rigor na forma cujo ascetismo rima com tema e história (há apenas 13 planos fixos e um esvoaçante picado final),Estações da Cruzé um dos mais lúcidos e, por vezes, brilhantes, avisos contemporâneos contra o fundamentalismo religioso.

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