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Crítica de cinema: Mulherzinhas

Para o crítico Tiago R Santos, a realizadora Greta Gerwig "filma com sensibilidade e bom gosto, deslizando com a destreza de um deus benevolente pelas linhas temporais que marcam as jovens vidas das irmãs March"

Capa da Sábado Edição 17 a 23 de março
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Edição de 17 a 23 de março
Tiago Santos 08 de fevereiro de 2020 às 18:00

Esta é a sétima adaptação ao grande ecrã do romance clássico de Louisa May Alcott, publicado em dois volumes em 1868 e 1869. É possível que seja a melhor. Greta Gerwig - que também assina um argumento sem receio de correr riscos com tão estimado material - filma com sensibilidade e bom gosto, deslizando com a destreza de um deus benevolente pelas linhas temporais que marcam as jovens vidas das irmãs March.

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