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"Até ao Fim do Mundo": o western por Viggo Mortensen

O segundo filme do ator no papel de realizador tem ingredientes dos "westerns" clássicos, mas é sobretudo uma história de amor que dá prazer ver.

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Edição de 17 a 23 de março
Nuno Miguel Guedes 27 de novembro de 2024 às 22:58

Viggo Mortensen está longe de ser o ator típico de Hollywood. Conheceu o estrelato mundial graças à interpretação do rei Aragorn na trilogia O Senhor dos Anéis e é um ator reconhecido com várias nomeações para o Óscar e quatro Globos de Ouro. Apesar de tudo, Mortensen não abdicou do seu modo de vida vagamente reclusivo, para padrões hollywoodianos: autêntico homem da Renascença, o americano de origem dinamarquesa divide a sua arte pela fotografia, pintura, música (com vários álbuns gravados) e fundou uma editora onde publica os seus escritos (sobretudo de poesia) e primeiras obras de autores desconhecidos. Este tipo de atitude encontra-se também em filmes que realizou, escreveu e interpretou: Falling (2020) e este The Dead Don’t Hurt – Até ao Fim do Mundo.

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