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No velório de Jorge Palma, dezenas de figuras públicas e cidadãos anónimos prestaram homenagem

Múltiplas figuras do meio musical português, como Carminho, João Gil, Manuel João Vieira e Camané, estiveram esta quarta-feira no velório de Jorge Palma. Houve quem levasse rosas e cravos.

Lusa 23 de setembro de 2026 às 18:11
Velório Jorge Palma Carlos M. Almeida / Lusa

Dezenas de pessoas, entre figuras públicas e cidadãos anónimos, passaram ao início da tarde de hoje pela Voz do Operário, em Lisboa, para se despedirem do músico Jorge Palma, que morreu na segunda-feira à noite, aos 76 anos.

O início do velório, aberto a todos, estava marcado para as 15:00 e pouco depois já várias pessoas tinham subido ao quarto andar do edifício da Voz do Operário, na zona da Graça.

Além de vários cidadãos anónimos, que foram deixando mensagens escritas nos dois livros de condolências à entrada do salão, foram, sobretudo, figuras ligadas à música que por ali passaram.

Cantores como Paulo Gonzo, Olavo Bilac, Carminho, Joana Alegre, Rita Vian, Selma Uamusse, músicos como Cabrita, Nuno Espírito Santo, João Gil, João Correia, Manuel João Vieira, Benjamim, Francisca Cortesão (Minta), Gabriel Gomes, Camané, Gil do Carmo, Dany Silva e Romeu Bairos e também vários 'invisíveis', entre técnicos de palco, de som, 'roadies' e 'managers', estiveram entre os que marcaram presença no velório.

Elementos da equipa de Jorge Palma vestiram camisolas pretas da digressão de celebração dos 50 anos de carreira, de 2024, com a palavra "Antologia" e a lista de todos os álbuns do músico.

Também algumas figuras de outras áreas, como as atrizes Paula Guedes, Maria João Luís e Ana Nave, o realizador Manuel Pureza, a 'influencer' Ana Garcia Martins (A Pipoca Mais Doce), os radialista Pedro Fernandes e Henrique Amaro, o secretário-geral da CGTP, Tiago Oliveira, e o presidente da Câmara Municipal de Lisboa, Carlos Moedas, prestaram uma última homenagem.

Houve quem chegasse de flores na mão, sobretudo, cravos vermelhos; as mesmas flores que formavam uma das coroas que ladeavam o caixão. A outra coroa era de rosas vermelhas, a flor preferida de Jorge Palma.

Por cima da urna foi colocado um retrato a preto e branco de Jorge Palma. Atrás, no palco do salão da Vozdo Operário, estava uma imagem a preto e branco, de Jorge Palma ao piano, usada na promoção dos espetáculos dedicados ao álbum "Só".

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